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    UE aprova 10.º pacote de sanções à Rússia no aniversário da guerra. “As mais vigorosas e de maior alcance de sempre”, diz presidência sueca

  • Infiltrados nas fileiras inimigas, contraofensiva na primavera e otimismo na vitória: revelações do líder dos serviços secretos ucranianos

    Na véspera do aniversário da invasão, o líder dos serviços secretos ucraniano antecipou os próximos passos. Aposta as fichas na Ucrânia, que prevê ser capaz de regressar às fronteiras de 1991.

    Infiltrados nas fileiras inimigas, contraofensiva na primavera e otimismo na vitória: revelações do líder dos serviços secretos ucranianos

  • Ponto de situação. O que aconteceu durante as últimas horas?

    Na véspera do aniversário de um ano de guerra as Nações Unidas votaram e aprovaram de forma esmagadora uma resolução que apela a uma paz “justa e duradoura” na Ucrânia e que exige a retirada “imediata” das tropas russas da Ucrânia. A resolução foi aprovada com 141 votos a favor, 32 abstenções e sete votos contra (Bielorrússia, Coreia do Norte, Eritreia, Rússia, Mali, Nicarágua e Síria).

    Durante a noite vários edifícios emblemáticos e governativos pela Europa foram iluminados com as cores azul e amarela da bandeira ucraniana, em sinal de solidariedade com Kiev.

    • Os Estados Unidos asseguram que a China está a apoiar a Rússia desde o começo da guerra, em fevereiro do ano passado. “A China forneceu apoio diplomático, forneceu apoio político, forneceu apoio económico, repetiu e repetiu a propaganda da Rússia, as suas mentiras, as suas distorções, as suas falsidades, num esforço para proteger a Rússia”, afirmou o porta-voz do Departamento de Estado, Ned Price.
    • Num ponto de situação sobre a guerra, o Presidente ucraniano disse que no Leste a situação é “muito difícil”, enquanto no Sul existem várias áreas “muito perigosas”. Segundo o chefe de Estado, na zona de Odessa e do Mar Negro a situação está sob controlo, enquanto o Norte do país está a ser reforçado com os meios necessários.
    • Num discurso por vídeochamada num evento na Lituânia a primeira-dama ucraniana, Olena Zelenska, descreveu o ano que passou como “infernal” para os ucranianos. Destacando a força dos ucranianos, disse que o país vai comemorar na sexta-feira não um ano de guerra, mas de resistência.
    • A porta-voz do comando sul da Ucrânia, Natalia Humeniuk, disse que a área ocupada pelas forças russas na cidade de Mariupol já não está “completamente inacessível”. Desde maio que a cidade, na região de Donetsk, está sob controlo das tropas de Moscovo.
    • Os EUA vão aplicar novas sanções “drásticas” contra a Rússia, anunciou a Casa Branca, na véspera do primeiro aniversário da invasão russa da Ucrânia. Também é esperado na sexta-feira o anúncio de um novo pacote de assistência no valor de dois mil milhões de dólares, adiantou um oficial norte-americano à CNN.
    • O secretário de Estado norte-americano, Antony Blinken, disse que a “última coisa” que o Presidente russo, Vladimir Putin, necessita é a entrada da NATO no conflito na Ucrânia.
    • Na véspera do aniversário do primeiro ano da invasão russa, a presidente da Comissão Europeia disse que a Ucrânia se transformou no “centro” do continente europeu. O Conselho Europeu garantiu que vai continuar o apoio militar a Kiev e disse estar a preparar novas sanções contra Rússia.

    • O Presidente ucraniano disse esta quinta-feira que Kiev não recebeu até agora nenhum plano de paz posposto pela China. No entanto, mostrou-se disponível para acolher um encontro entre representantes ucranianos e chineses. “Gostaríamos de nos reunir com a China”, afirmou.
    • Os 27 Estados-membros da União Europeia ainda não conseguiram fechar o acordo sobre o 10.º pacote de sanções à Rússia, noticiou a agência de notícias Reuters, citando fontes da diplomacia europeia.
    • Num discurso para assinalar o Dia dos Defensores da Pátria, o ministro da Defesa russo enalteceu o “heroísmo e coragem” dos combatentes russos, notando que o país está novamente “em perigo” devido às ações do Ocidente. “O ocidente quer destruir a Rússia, privá-la da sua independência. Estas tentativas estão condenadas ao fracasso“, garantiu.

  • EUA deverão anunciar novo pacote de apoio à Ucrânia no aniversário da guerra

    A administração de Joe Biden deverá anunciar esta sexta-feira um novo pacote de assistência à Ucrânia no valor de dois mil milhões de dólares, adiantou um oficial norte-americano à CNN.

    Ainda esta semana o Presidente Joe Biden anunciou um pacote de 450 milhões de dólares durante a sua visita à capital ucraniana, onde foi recebido pelo homólogo, Volodymyr Zelensky.

  • EUA asseguram que China apoia a Rússia desde o começo da guerra

    “A China forneceu apoio diplomático, forneceu apoio político, forneceu apoio económico, repetiu e repetiu a propaganda da Rússia, as suas mentiras, as suas distorções, as suas falsidades, num esforço para proteger a Rússia”, afirmou o porta-voz do Departamento de Estado dos Estados Unidos numa conferência de imprensa.

    O responsável do Departamento de Estado norte-americano disse que não acredita que o gigante asiático “tenha ficado afastado” do conflito, que esta sexta-feira completa um ano que começou, defendendo que, pelo contrário, “tem dado um apoio significativo à Rússia”.

    “Ao longo deste último ano, eles tentaram mostrar ao mundo esse verniz de neutralidade”, mas, acrescentou, “no direito internacional, nenhum país responsável pode ser neutro” num conflito como este.

  • Ucrânia sofreu "ano infernal" e celebra "resistência", diz primeira-dama ucraniana

    Passaram 365 dias desde que as tropas russas invadiram o território ucraniano, a 24 de fevereiro do ano passado. Foi um “ano infernal”, resumiu a primeira-dama ucraniana, Olena Zelenska, durante um discurso por vídeochamada num evento na Lituânia.

    “Um ano de uma guerra em larga escala é uma data terrível para assinalar porque é um ano de ataques, de agressão, de assassinatos”, afirmou na véspera do aniversário da invasão russa.

    Apesar das dificuldades que o país enfrentou ao longo dos últimos doze meses, Zelenska destacou um ano de resistência ucraniana. “Hoje estamos a comemorar não um ano de guerra, mas estamos a celebrar um ano de resistência à agressão, um ano de coragem (…), um ano de humanidade e um ano de amizade”, sublinhou.

  • Na véspera de aniversário da guerra situação permanece difícil no Leste e Sul da Ucrânia, diz Zelensky

    As dificuldades fazem-se sentir no Sul da Ucrânia e o Leste é marcado por áreas perigosas. Este é o ponto de situação que o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, deixa sobre o estado da guerra no habitual discurso noturno, na véspera do aniversário de um ano de guerra.

    “No Leste [a situação] é muito difícil”, reconheceu Zelensky, acrescentando que as forças ucranianas fazem todos os possíveis para aguentar. No Sul do país o panorama não é mais otimista, com áreas “muito perigosas”. No entanto, garante o líder ucraniano, os soldados possuem os meios para responder aos invasores.

    Segundo o chefe de Estado, na zona de Odessa e do Mar Negro a situação está sob controlo, enquanto o Norte do país está a ser reforçado com os meios necessários.

  • EUA confirmam participação de Zelensky em reunião do G7 no aniversário da guerra

    A Casa Branca confirmou que o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, vai participar na sexta-feira num reunião por vídeochamada com os líderes do G7.

    A reunião coincide com a data em que a Ucrânia assinala um ano desde o início da invasão russa.

  • Ucrânia diz que Mariupol já não está "completamente inacessível"

    A porta-voz do comando sul da Ucrânia, Natalia Humeniuk, disse que a área ocupada pelas forças russas na cidade de Mariupol já não está “completamente inacessível”.

    A cidade, na região de Donetsk, foi capturada pelas tropas russas em maio, após meses de bombardeamentos intensos.

  • ONU aprova resolução a exigir retirada russa da Ucrânia

    As Nações Unidas votaram e aprovaram de forma esmagadora uma resolução que apela a uma paz “justa e duradoura” na Ucrânia e que exige a retirada “imediata” das tropas russas da Ucrânia.

    A resolução foi aprovada com 141 votos a favor, 32 abstenções e sete votos contra (Bielorrússia, Coreia do Norte, Eritreia, Rússia, Mali, Nicarágua e Síria) na véspera do aniversário da invasão da Ucrânia.

    A 2 de março do ano passado, por iniciativa da União Europeia, a Assembleia-Geral da ONU já tinha aprovado uma resolução na qual condenava a Rússia por ter invadido a Ucrânia. Na altura o documento reuniu 141 votos a favor, 35 abstenções cinco contra.

  • Estados Unidos preparam novas sanções “drásticas” a Moscovo

    Os EUA vão aplicar novas sanções “drásticas” contra a Rússia, anunciou hoje a Casa Branca, na véspera do primeiro aniversário da invasão russa da Ucrânia.

    “Os Estados Unidos implementarão sanções drásticas contra setores-chave que geram rendimento para (o Presidente russo Vladimir) Putin”, disse a porta-voz da Casa Branca, Karine Jean-Pierre, numa conferência de imprensa.

    Ao mesmo tempo, a vice-administradora da Agência para o Desenvolvimento Internacional dos Estados Unidos (USAID), Isobel Coleman, anunciou um novo pacote de ajuda humanitária à Ucrânia.

    Coleman lembrou que a USAID já forneceu cerca de 15 mil milhões de euros em assistência humanitária, económica e de desenvolvimento, para atender às necessidades urgentes provocadas pela guerra.

    No total, os Estados Unidos já forneceram cerca de 30 mil milhões de euros em ajuda militar a Kiev, sendo o maior doador no esforço de resistência à invasão russa.

  • Blinken diz que a “última coisa” que Putin precisa é a entrada da NATO no conflito

    O secretário de Estado norte-americano, Antony Blinken, considerou hoje que a “última coisa” que o Presidente russo, Vladimir Putin, necessita é uma ampliação da guerra na Ucrânia, forçando uma intervenção da NATO.

    No decurso de um painel organizado pela revista The Atlantic, Blinken considerou ser este o motivo pelo qual em diversos momentos da ofensiva russa, onde foram emitidos alertas, não se cumpriram os piores receios dos aliados.

    “Houve momentos em que a preocupação foi muito elevada. Por exemplo, quando os ucranianos contra-atacaram na primavera e obtiveram um êxito significativo. Houve palavras da parte de Moscovo de que admitia o uso de armas nucleares táticas”, disse Blinken na sua intervenção, na véspera do primeiro aniversário da invasão militar russa em larga escala.

    Os Estados Unidos e outros países, acrescentou o chefe da diplomacia norte-americana, falaram diretamente com os seus homólogos russos para manifestar a sua “absoluta oposição” ao uso deste tipo de armamento.

    “A última coisa que Putin necessita é uma guerra mais ampla, uma guerra na qual se envolva a NATO”, considerou.

  • União Europeia compromete-se a apoiar Ucrânia e aumentar pressão sobre Rússia

    Na véspera do marco de um ano da invasão russa, os líderes dos Estados-membros da União Europeia emitiram uma declaração conjunta na qual garantem a continuação do apoio à Ucrânia.

    “A União Europeia continuará a apoiar a Ucrânia em termos políticos, económicos, humanitários, financeiros e militares, inclusive através de aquisições rápidas e coordenadas por parte da indústria europeia”, pode ler-se no comunicado, segundo o The Guardian.

    A UE compromete-se também a apoiar a reconstrução da Ucrânia, incluindo através do uso de bens russos congelados, e aumentar a pressão coletiva sobre a Rússia para pôr um fim à guerra.

  • Edifícios emblemáticos iluminados com as cores da bandeira ucraniana

    Na véspera do aniversário do primeiro ano da invasão da Ucrânia vários edifícios foram iluminados com as cores azul e amarela da bandeira ucraniana, incluindo o Parlamento português.

    As cores azul e amarela também foram iluminadas na sede da Comissão Europeia, em Bruxelas, num sinal de que é possível ultrapassar mesmo os tempos mais difíceis, explicou a presidente do organismo, Ursula von der Leyen.

    O cenário repetiu-se em França, com a iluminação da torre Eiffel.

  • Economia ucraniana poderá crescer 1% este ano, indica estudo

    A economia ucraniana poderá crescer, este ano, 1%, depois de uma contração de cerca de 34% no ano passado, de acordo com um estudo da Allianz Trade, acionista da Cosec – Companhia de Seguro de Créditos.

    Numa altura em que se assinala um ano de guerra na Ucrânia, este estudo destacou que a prioridade na Ucrânia deve ser dada à reconstrução, que “deve começar o mais rápido possível”.

    Assim, entre as estruturas que mais rapidamente devem começar a ser recuperadas encontram-se as de saúde, logísticas, habitação e escolas, apontou a Allianz Trade.

    Segundo a entidade, a recuperação destas infraestruturas deverá custar pelo menos entre 100 a 150 mil milhões de euros em investimento privado, além de 350 mil milhões de euros de ajuda externa.

  • Ucrânia tornou-se "centro" do continente europeu, diz Von der Leyen

    A União Europeia está com a Ucrânia. Na véspera do aniversário do primeiro ano da invasão russa, esta foi a mensagem que a presidente da Comissão Europeia deixou ao povo ucraniano.

    Numa mensagem publicada na conta de Twitter, Ursula von der Leyen escreveu que a Ucrânia se transformou no “centro” do continente europeu. “O lugar onde os nossos valores são mantidos, onde a nossa liberdade é defendida, onde o futuro da Europa está a ser escrito”, sublinhou.

  • "Vamos prevalecer": Zelensky garante que Rússia não quebrou a Ucrânia

    O Presidente Volodymyr Zelensky afirmou esta quinta-feira que, passados 365 dias de guerra, a Rússia não conseguiu quebrar a Ucrânia.

    Numa publicação na conta de Telegram, o líder ucraniano disse que a Rússia escolheu o caminho do “assassino”, do “torturador” e do “terrorista”, mas será responsabilizada pelos seus crimes.

    “Superámos muitas provações. Vamos prevalecer. Vamos responsabilizar todos os que trouxeram este mal, esta guerra ao nosso território”, garantiu.

  • Líder da Bielorrússia aconselha mundo a ouvir plano de paz da China

    O Presidente bielorrusso, Alexander Lukashenko, aconselhou hoje a comunidade internacional a ouvir com atenção o que o líder chinês, Xi Jinping, vai dizer sobre a Ucrânia nas próximas horas, provavelmente na sexta-feira.

    “Eu sei que hoje ou amanhã [sexta-feira], Xi Jinping fará uma declaração ou um discurso sobre o conflito na Ucrânia”, disse Lukashenko a meios de comunicação chineses, citado pela agência oficial russa TASS.

    Sem esclarecer como soube das intenções do líder chinês, Lukashenko disse que o anúncio da China será “um passo original que terá sérias consequências”.

    “Aqueles a quem as palavras de Xi Jinping serão dirigidas devem levá-las a sério e tomar certas medidas. Esta será uma voz séria em nome da paz nesta região”, declarou o líder da Bielorrússia, aliado de Moscovo na guerra contra a Ucrânia.

  • Irão vai abster-se na votação da ONU para marcar aniversário da guerra

    O Irão vai abster-se na votação das Nações Unidas que apela à Rússia para retirar as suas tropas do território ucraniano, confirmou o delegado iraniano Amir Saeed Iravani.

    Os representantes dos países que compõem a ONU estiveram esta quinta-feira a debater a adoção de uma resolução na qual sublinham a necessidade de “atingir, assim que possível, uma paz justa, compreensiva e duradoura” na Ucrânia.

    O representante do Irão afirmou, segundo a Sky News, que a proposta não reconhece as “ações provocativas” que contribuíram para a crise na Ucrânia. Para o Irão, a solução apresentada “fica aquém” da abordagem imparcial necessária e, em vez de aproximar os membros da ONU, contribui para a sua polarização.

  • Zelensky gostaria de receber encontro com a China

    O Presidente ucraniano disse esta quinta-feira que Kiev não recebeu até agora nenhum plano de paz posposto pela China. No entanto, mostrou-se disponível para acolher um encontro entre representantes ucranianos e chineses.

    “Gostaríamos de nos reunir com a China”, afirmou, citado pela agência de notícias Reuters.

    A China, que é um dos grandes aliados da Rússia, disse ter um plano de paz para pôr fim ao conflito na Ucrânia. O Ministério dos Negócios Estrangeiros russo confirmou na quarta-feira que Pequim já apresentou a sua visão para “a solução política”.

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