Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Bom dia, passámos a seguir a guerra na Ucrânia neste outro artigo em direto.

    Boris Johnson: “Se a Rússia ganhar, será uma humilhação absoluta para o Ocidente”

    Obrigada por nos acompanhar, até já!

  • Comandante da NATO na Europa avisa que a chave é o nível de produção industrial de armas

    O líder das Forças Conjuntas da NATO na Europa, o general Christopher Cavoli, afirmou esta quinta-feira que o fornecimento de ajuda à Ucrânia, principalmente munições de artilharia, é a chave para vitória.

    Segundo o comandante, é difícil avaliar a gravidade da situação na Ucrânia, porque o país depende “quase completamene” da ajuda externa para se manter na luta.

    “Eles têm as habilidades, mas o mais importante, têm a determinação para atingir os seus objetivos. Precisam de apoio externo até que conseguirem iniciar a sua própria produção industrial. Uma guerra longa como esta é em grande parte uma questão de produção. Uma vez alcançado este resultado, o lado com maior determinação vencerá. E esse lado será a Ucrânia”, disse Cavoli.

  • Donald Tusk apela a União Europeia que ajude países vizinhos da Ucrânia

    O primeiro-ministro da Polónia, Donald Tusk, apelou hoje à União Europeia que considere a possibilidade de prestar ajuda aos países que estão na linha como vizinhos da Ucrânia, invadida pela Rússia.

    O líder polaco, um dos países que faz fronteira com a Ucrânia, falava em Varsóvia ao lado do presidente do Conselho Europeia, Charles Michel, que exortou os Estados-membros a investirem mais nem defesa.

    “Desde os primeiros dias de guerra, a Polónia deu à Ucrânia tudo o que era possível e muito mais. Hoje a Polónia tem de construir a sua própria segurança”, disse Donald Tusk, em declarações aos jornalistas.

  • Primeiro-ministro do Japão avisa que Ucrânia pode entrar em colapso se não tiver o apoio dos Estados Unidos

    Segundo o primeiro-ministro japonês, Fumio Kishida, a Ucrânia corre o risco de entrar em colapso caso continue sem o apoio dos Estados Unidos.

    Em declarações aos jornalistas, citada pela Sky News, à margem de uma reunião conjunta entre japoneses e norte-americanos realizada no Congresso, o primeiro-ministro reiterou que o seu país tem um papel “indispensável” nos assuntos mundiais.

    “Quero dirigir-me aos norte-americanos que sentem a solidão e a exaustão de serem o país que defende a ordem internacional. A liderança dos EUA é indispensável. Sem o apoio dos EUA, quanto tempo demorará até que as esperanças da Ucrânia desmoronem sob o ataque de Moscovo? Sem a presença dos EUA, quanto tempo levaria até que o Indo-Pacífico enfrentasse realidades ainda mais duras?”, disse Kishida.

  • Kiev afirma que Rússia dedicou quase 600 milhões de euros à propaganda

    Os serviços de informação ucranianos alegaram hoje que a Rússia alocou mais de 58 mil milhões de rublos (cerca de 587 milhões de euros) ao longo de 2023 para financiar atividades de propaganda interna.

    Segundo um comunicado das autoridades ucranianas, o Kremlin (presidência russa) confiou este tipo de atividades a organizações supostamente sem ligações diretas ao governo russo, mas que na realidade agem em nome do executivo.

    “Estamos a falar de estruturas que formalmente não têm qualquer relação com o Estado agressor, que se posicionam como ‘autónomas’, mas que na realidade, por ordem do Kremlin, produzem o chamado ‘conteúdo patriótico'”, indicou o documento.

  • Putin diz que Rússia foi "obrigada" a atacar instalações de energia para "desmilitarizar" a Ucrânia

    Vladimir Putin terá dito, esta quinta-feira, que a Rússia foi “obrigada” a lançar ataques contra as instalações energéticas da Ucrânia, como sinal de resposta aos ataques de Kiev contra alvos russos.

    “Infelizmente, observámos recentemente uma série de ataques contra as nossas instalações de energia e fomos obrigados a responder”, afirmou Putin a Alexander Lukashenko, Presidente da Bielorrússia, segundo a Reuters.

    O Presidente russo acrescentou que os ataques fizeram parte do objetivo de “desmilitarizar” a Ucrânia, dado que os ataques afetaram a indústria militar do país. Os ataques não foram realizados no inverno “por motivos humanitários”, acrescentou.

  • Rússia processou mais de 2.500 militares desde 2022, maioria por deserção

    Nos mais de dois anos de guerra com a Ucrânia, a justiça russa processou mais de 2.500 membros das Forças Armadas do país, na maioria dos casos por deserção, noticiou hoje o jornal Novaya Gazeta Europa.

    “Desde o início da guerra em grande escala na Ucrânia, os tribunais russos proferiram mais de 2.500 sentenças contra os seus combatentes e ex-combatentes”, segundo indicou a edição de hoje do jornal.

    A maioria desses militares foi acusada de “crimes contra o serviço militar”, o que resultou no abandono voluntário da sua unidade militar, referiu a publicação.

  • Primeiro-ministro eslovaco quer aprofundar laços com a Ucrânia

    Robert Fico, primeiro-ministro da Eslováquia e que se apresenta como pró-Rússia, afirmou esta quinta-feira que quer aprofundar a cooperação em energia, ligações ferroviárias e transporte de grãos com a Ucrânia.

    Na sequência de um reunião entre os governos da Eslováquia e da Ucrânia, Fico disse que o seu país quer ser um vozinho “bom e amigável”, cita a Sky News.

    “A Ucrânia precisa de ajuda e a Ucrânia precisa de solidariedade. É claro que pode haver diferentes opiniões ou pontos de vista sobre essa ajuda ou solidariedade”, assumiu o primeiro-ministro eslovaco.

  • Macron apela a esforço "sustentável" da indústria de armamento

    As perturbações causadas pela guerra na Ucrânia e o rearmamento mundial estão a impor um esforço “sustentável” da indústria de defesa para aumentar a produção e rapidez, disse hoje o Presidente francês, Emmanuel Macron.

    “Estamos num processo de longo prazo de uma mudança geopolítica e geoestratégica, em que as indústrias de defesa vão desempenhar um papel cada vez mais importante”, afirmou o chefe de Estado em Bergerac, no sudoeste de França.

    Macron instou a indústria de armamento a acelerar a transição para uma “economia de guerra”, de forma a continuar a apoiar ativamente a Ucrânia contra a Rússia, num esforço “urgente” em que “têm de ser rápidos, fortes, maciços, mas também sustentáveis”.

  • ONU condena tendência “cruel” de duplos ataques na Ucrânia

    A ONU condenou hoje os ataques “cruéis e inaceitáveis” a serviços de socorro e feridos na Ucrânia, descrevendo um “padrão perturbador” de recurso a ataques duplos.

    “Assistimos nas últimas semanas a um padrão particularmente perturbador na sequência dos ataques” em território ucraniano, declarou numa reunião do Conselho de Segurança da ONU Edem Wosornu, em representação do diretor do Gabinete dos Assuntos Humanitários da organização (OCHA), Martin Griffiths.

    “Quando os primeiros socorros ou os serviços de emergência se precipitam para o local de um ataque, um segundo bombardeamento atinge o mesmo local, matando os feridos e causando mortes e ferimentos nos elementos dos serviços de socorro”, descreveu a responsável do OCHA, frisando que “tal agrava o sofrimento dos feridos e impede as equipas de socorro de fazerem o seu trabalho”.

    Wosornu salientou ainda que “os ataques que visam feridos e aqueles que vêm em sua ajuda são proibidos pelo direito internacional humanitário”.

    “São cruéis, inadmissíveis e têm de acabar”, insistiu

  • Zelensky: "Ouvimos que a ajuda está a caminho", mas "a realidade deve corresponder"

    “Ouvimos que a ajuda está a caminho”, mas “a realidade deve corresponder ao que é dito”, declarou hoje Zelensky, durante a Iniciativa dos Três Mares, em Vilnius, na Lituânia.

    Segundo a SkyNews, o Presidente ucraniano instigou os aliados a colocarem em prática as promessas de apoio à Ucrânia, nomeadamente no que toca aos sistemas de defesa antiaérea, de que a Ucrânia precisa desesperadamente.

    “Todos os dias os terroristas russos cortam a energia da cidade de Kharkiv e de outras cidades, todos os dias ouvimos que a ajuda está a caminho”, disse.

    “A realidade deve finalmente corresponder àquilo que é dito, e devem ser asseguradas verdadeiras perdas aos terroristas russos”, acrescentou o líder ucraniano.

  • Governador alarga ordem de evacuação a 47 comunidades de Kharkiv

    A ordem de evacuação obrigatória a famílias com crianças foi alargada a 47 comunidades da região de Kharkiv, anunciou hoje o governador da região na rede Telegram.

    As comunidades ficam perto da fronteira com a Rússia e ficam nos distritos de Bohodukhiv e Izium, onde vivem ao todo, segundo Oleh Syniehubov, 182 crianças.

    “As rotas de evacuação já estão determinadas e os locais de alojamento temporário já foram reservados”, disse ainda.

  • Lukashenko chega a Moscovo para se encontrar com Putin

    O Presidente da Bielorrússia, Alexander Lukashenko, chegou há momentos ao Grande Palácio do Kremlin, onde se vai encontrar com o seu homólogo russo, Vladimir Putin.

    Os dois líderes vão discutir, de acordo com a agência de notícias Belta, a cooperação entre a Bielorrússia e a Rússia.

    Para além disso, em declarações à imprensa, Alexander Lukashenko mostrou-se disponível a ajudar a Rússia e a Ucrânia numas possíveis negociações de paz.

  • Polónia em conversações sobre fornecer mísseis da era soviética à Ucrânia

    O presidente polaco, Andrzej Duda, disse hoje que a Polónia está a falar com a Ucrânia para fornecer ao país mísseis da era soviética.

    “Conversei com Zelensky sobre um certo stock de mísseis da era soviética que temos armazenados, e falámos sobre os entregarmos”, disse, citado pela SkyNews, durante uma conferência de imprensa na cidade de Vilnius, capital da Lituânia, onde Zelensky também se encontra para reunir com outros líderes.

  • Rússia diz que forças especiais britânicas estão a operar na Ucrânia

    O serviço de segurança da Rússia (FSB) disse que o Special Boat Service, um regimento que pertence à Marinha Real Britânica, tem estado a operar na Ucrânia e participar em operações contra as tropas russas. A notícia está a ser avançada pela Reuters.

  • Bruno Cardoso Reis: "Ucrânia tem um problema sério para recrutar"

    Exército ucraniano está desgastado e há soldados que combatem de forma continua há mais de dois anos. Bruno Cardoso Reis sublinha as dificuldades da Ucrânia em reunir equipamento e soldados.

    Ouça aqui o Gabinete de Guerra

    Bruno Cardoso Reis: “Ucrânia tem um problema sério para recrutar”

  • 4 feridos em ataque russo a comunidade fronteiriça na região de Sumi

    As forças russas atacaram uma comunidade fronteiriça na região de Sumi, entre as 12h00 e as 14h00 locais de hoje (10h00 e 12h00 em Portugal continental) e feriram quatro pessoas, entre as quais um menor.

    De acordo com uma publicação das autoridades regionais na rede social Facebook, na sequência dos ataques ficaram feridos um homem de 31 anos, uma idosa de 71, um jovem de 16 anos e ainda a mãe deste último, de 36 anos.

    As imagens mostram os danos materiais causados pelo ataque.

  • Ataques de drones à central nuclear de Zaporíjia são uma "consequência determinante" da guerra

    O chefe da agência internacional de energia atómica, Rafael Grossi, disse que os ataques de drones à central nuclear da cidade ucraniana de Zaporíjia são uma “consequência determinante” da guerra, e estes devem parar.

    Num encontro de urgência convocado hoje pela Rússia e a Ucrânia, Rafael Grossi referiu que os ataques assinalam “o escalar dos perigos que ameaçam a segurança nuclear da Ucrânia”.

    “Os ataques são uma violação clara de princípios e são uma consequência determinante” do rumo da guerra, acrescentou.

    Citado pela SkyNews, Grossi disse ainda que “é importante assegurar que estes ataques não constituem o início de uma frente de guerra ainda mais perigosa”.

    “Atacar uma central nuclear é um não absoluto”, considerou.

  • Navalny escreveu livro de memórias na prisão. "Patriot" vai ser publicado em outubro em 11 idiomas, incluindo russo

    O livro de memórias do principal opositor russo vai ser publicado em outubro. Navalny, que morreu em fevereiro, escreveu-o na prisão.

    Navalny escreveu livro de memórias na prisão. “Patriot” vai ser publicado em outubro em 11 idiomas, incluindo russo

  • Lituânia oferece sistemas anti-drone, geradores e camas dobráveis à Ucrânia

    O governo da Lituânia ofereceu sistemas anti-drone, geradores e camas dobráveis à Ucrânia, diz o Ministério da Defesa da Lituânia.

    “O apoio da Lituânia à Ucrânia é constante. Queremos ajudar a Ucrânia de todas as formas que conseguirmos e estamos a analisar outras maneiras de aumentar essa ajuda”, diz Laurynas Kasciunas, o ministro da Defesa da Lituânia. “As armas e o equipamento fornecido por nós e pelos nossos aliados é uma contribuição vital para a luta da Ucrânia pela liberdade.”

    De acordo com o Kyiv Independent, a Lituânia já disponibilizou 610 milhões de euros de ajuda à Ucrânia desde o início da guerra, em 2022.

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