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José Meireles Graça

Convidado

Artigos publicados

Oficina da Liberdade

E agora?

A segregação irracional do Chega deixa-o livre para acentuar a sua pulsão de cavalgar todo o descontentamento.
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Justiça

Que o espectáculo em torno das diligências e das detenções agrade porventura à opinião pública nada tem a ver com justiça, e tudo com a cedência às pulsões justicialistas da multidão.
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Eleições

Há um inimigo principal e outros secundários, o leninismo neste ponto é da maior utilidade.
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Fumo Branco

Em 10 de Março saberemos se Nicolàs Maduro, na versão ibérica, chegará ao poder.  A UE não deixará derrapar demasiado as contas, valha-nos isso. No mais, que venha a Albânia. Também tem boas praias.
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As gémeas

Na ausência de explicações convincentes, resta a suspeita de que era preciso um escândalo novo para ajudar a tapar a cratera aberta pela acumulação de casos, casões e casinhos afectando o PS.
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Cavaco

Os sábios, está bom de ver, são todos economistas e não uns quaisquer: daquela variedade única, que só existe na imaginação de Cavaco, que acha nestas matérias o mesmo que Cavaco acha.
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O Hamas e Guterres

Guterres tem o dinamismo de uma preguiça, a determinação de um catavento e a visão de uma toupeira.
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Greves e direitos

Os serviços mínimos não garantem nada. O silêncio dos partidos de direita é interesseiro, cego e traduz apenas uma cedência acéfala a uma bandeira da esquerda.
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O beijo

Reclamam-se leis, polícias, quotas, regulamentos, multas, sanções e campanhas de esclarecimento pagas com dinheiro público, nas quais se estabeleça como indiscutível esta maneira de ver as coisas.
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Chega de confusões

Um sócio minoritário que traga capital não vai definir a política da empresa – isso é o que fazem os sócios maioritários. No Chega sabem bem disso.
Oficina da Liberdade

JMJ

A separação entre Igreja e Estado existe para garantir que ninguém é discriminado por causa da sua religião, não existe para fingir que Portugal não é um país tradicional e maioritariamente católico.
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Os segredos no telemóvel

A justiça popular tem o defeito de não ser justiça. Já a Justiça, ela, deve ser exercida com imparcialidade em nome do Povo, não em nome da opinião pública, da publicada e das paixões.
Oficina da Liberdade

O instituto falimentar

Todas as empresas que insolvem têm activos que importa regressem o mais cedo possível à vida económica – arrastar os pés neste processo é equivalente a uma destruição deliberada de valor.
Oficina da Liberdade

Há solução

É tempo de pôr uma surdina na guerrilha partidária: o inimigo é o PS e o resto da esquerda nem sequer justifica que com ela se perca tempo. A vitória de Costa e do PS é a derrota de Portugal.
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Paulo Tunhas

Nos cemitérios há, ao contrário do que se diz, pessoas insubstituíveis. Sem ele, não vamos pensar melhor.
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O país de papelão

O Estado de Costa sabe, os cidadãos, mormente os empresários, ignoram. E é precisa a mão reguladora, permanentemente em estado de diarreia legislativa.
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Outra vez o Relatório

Ou a Igreja se reclama de um múnus que, pela Fé e dedicação dos membros, é particularmente exigente, ou acha que é uma entidade como as outras. As duas coisas, ao mesmo tempo, é que não pode ser.
Oficina da Liberdade

O relatório

Não sou católico. Mas também não sou anticatólico, nem acho que tenha nada a ganhar com o laicismo que os mata-frades de ontem e de hoje acham que é um progresso.
Oficina da Liberdade

O povo é sereno

Os desmandos governamentais são preocupantes; mas levar as personagens desta ópera bufa a sério é atribuir-lhes a importância que não têm, por serem apenas cartas sebentas de baralho velho e marcado.
Oficina da Liberdade

Observação das pássaras

Nos restos empoeirados de um regime há muito defunto encontram-se por vezes soluções radicais, simples e eficientes, para problemas actuais.

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