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Logo que se soube que o Presidente da República (PR) havia recorrido à promulgação de um decreto com implicações orçamentais aprovado por todos os deputados menos os do PS, ficou confirmada a guerra aberta, se não contra o governo, de certeza contra a sua política e, mais do que isso, contra o seu domínio quanto à tal «lei-travão». Simultaneamente, ficou patente que esta iniciativa do PR surge na continuação de outras que já constituíam verdadeiros actos de confrontação.

Na realidade, a abertura do confronto entre o PR e o PM remonta ao modo expedito como o Presidente investiu há cinco meses o PSD e os seus aliados no governo dos Açores, incluindo o ominoso Chega, apesar de o PS local ter mais deputados que o PSD… Tal e qual como o «golpe parlamentar» do PS contra a maioria de votos da coligação do PSD+CDS em 2015: «Cá se fazem, cá se pagam»!

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