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Há muito que o Partido Comunista Português se encontra a viver noutro mundo, diria mesmo noutra dimensão, sendo a sua direcção constituída por peritos em transformar pesadas derrotas em “grandes vitórias” e em caluniar, da formal mais ignóbil e vil, antigos dirigentes, como no caso de Carlos Brito e de outros.

Para os comunistas portugueses há apenas quatro tipos de pessoas: os “iluminados”, os “idiotas úteis”, os “fascistas” e os “traidores”.

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