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PREC

E o Resto é História

Três reformas que tentaram mudar Portugal

Já que muito se fala em reformas estruturais, um ouvinte lançou-nos este desafio: olhar para a História de Portugal e analisar as reformas que maior impacto tiveram no país. Nós escolhemos três delas.
E o Resto é História

Podemos comparar as prisões da ditadura e do PREC

Nas últimas semanas, foi discutido se é legítimo comparar o número dos presos políticos do Estado Novo e dos presos políticos entre o 28 de Setembro e o 25 de Novembro de 1975. Esta é a nossa resposta
E o Resto é História

Podemos comparar as prisões da ditadura e do PREC?

Nas últimas semanas, foi discutido se é legítimo comparar o número dos presos políticos do Estado Novo e dos presos políticos entre o 28 de Setembro e o 25 de Novembro de 1975. Esta é a nossa resposta
PREC

No Terramoto de 1975

Texto lido na apresentação do livro "No Terramoto de 1975", dedicado aos, tantas vezes esquecidos, presos políticos da Revolução, em especial ao pai do autor, Ruy Moreira.
A Vida em Revolução

“Eanes assume uma posição que não é dele no 25N. Irrita-me!”

Os choques com Vasco Gonçalves e Otelo. O diálogo com Costa Gomes sobre a chantagem. E vários ajustes de contas com Eanes, que acusa de se ter rodeado de corruptos para sobressair como honesto.
A Vida em Revolução

“Houve abusos. Mas há fuzilamentos em todo o lado. Aqui não”

As listas de pessoas a prender. O sequestro de Otelo em Belém. O envolvimento da CIA e do KGB na Matança da Páscoa. Os golpes do 28 de setembro e do 11 de março contados por Vasco Lourenço.
A Vida em Revolução

“Bateram palmas ao Spínola porquê? Cambada de carneiros!”

Como Vasco Lourenço se impôs antes e depois do 25 de abril. E as fúrias nos diálogos com os outros militares, nas várias lutas pela tomada do poder — mas também por causa do tamanho das patilhas.
FP-25 de Abril

Reflexão sobre o podcast com o depoimento do filho de Otelo

A história não se reescreve com afetos. Laços familiares explicam emoções mas não alteram factos e não justificam uma nova narrativa. E os factos, de que há registos objectivos, simplesmente não mudam
A Vida em Revolução

Vasco Lourenço: “Assumo a golpada contra os meus camaradas”

Os choques com Spínola na Guiné. O espanto quando ouviu pela primeira vez Melo Antunes. O golpe com que enganou os outros militares. E o plano de rapto para evitar a ida para os Açores.
A Vida em Revolução

“Se Otelo quisesse, tinha havido mortos e ele tinha ganho”

O 25 de Novembro. As duas prisões, as duas candidaturas a PR e as duas mulheres. Parte II da entrevista com o filho de Otelo, Sérgio Carvalho: “Compreendo a amargura dos filhos das vítimas das FP”.
Assembleia Constituinte

25 de Novembro: duas razões para comemorar ou não comemorar

Durante o PREC os comunistas recusaram na Constituinte o constitucionalismo universalmente proclamado com base na dignidade da pessoa humana e nos seus direitos fundamentais de liberdade.
A Vida em Revolução

Sérgio Carvalho: “Estava farto que o meu pai fosse o Otelo”

Aos 10 anos, Sérgio Carvalho era agredido no Colégio Militar, por ser filho de Otelo. A viagem com o pai a Cuba, as abordagens de Cunhal, os mandados em branco e a missão para salvar a Quinta do Lago.
Música Portuguesa

O 25 de Novembro e a contra-revolução musical

Há 50 anos, a viragem política alterava, mais uma vez, o destino da música portuguesa. Este é o último de uma série de 3 artigos sobre a transformação musical que se ouviu do 25 de Abril até 1976.
A Vida em Revolução

“Chamei Otelo ao meu gato: é simpático mas não de confiança”

Chantagens a militares com ficheiros da PIDE. A “artimanha” de Costa Gomes, apanhado a conspirar com Vasco Gonçalves em S. João da Barra. E Spínola de pijama no 11 de março. Manuel Monge, parte II.
25 de Abril

O Companheiro Vasco, o facho machista e o verão mais quente

A euforia revolucionária cantou-se de José Afonso ao GAC, de Ágata a Quim Barreiros. Este é o segundo de uma série de 3 artigos sobre a transformação musical que se ouviu até depois do 25 de Novembro.
A Vida em Revolução

Monge: “Vasco Lourenço diz que é o Papa, mas é só um bispo”

A divergência com Otelo que levou à derrota do golpe das Caldas. A detenção. E o confronto sobre a descolonização com Melo Antunes — que levou Spínola a ameaçar dar-lhe um tiro. Manuel Monge, parte I.
Música

Como a Revolução criou uma rutura na canção portuguesa

A intervenção cantou o 25 de Abril, um mês depois surgiram fações. Este é o primeiro de uma série de três artigos sobre a transformação musical que se ouviu até depois do 25 de Novembro, há 50 anos.
A Vida em Revolução

Ângelo Correia: “1975 mostrou a crueldade e o amor”

O respeito pelos deputados do PCP na Constituinte, por terem sofrido no Estado Novo. A matança da Páscoa. E ainda Sá Carneiro, Cunhal, Melo Antunes e Ramos Horta, vistos por Ângelo Correia.
A Vida em Revolução

“PS tinha um palácio, o PPD uns quartinhos. Foi a maçonaria”

Como Ângelo Correia implantou o PPD em Aveiro a seguir ao 25 de abril: o encapuzado, o casting para as mesas, a palavra do bispo e o erro com Girão Pereira. Ainda a destruição do 11 de março.
A Vida em Revolução

“O 25 de novembro é o momento chichi-cama da Revolução”

O CDS nas horas mais quentes da revolução: animais como nome de código; a santa que escondia os ficheiros de militantes; e os casados que ganhavam mais do que os solteiros. Ribeiro e Castro, parte II.
A Vida em Revolução

“A perseguição do PCP ao CDS começou logo no princípio”

As conversas do pai, que era governador de Angola com Marcelo Caetano e Costa Gomes. O ambiente na Faculdade de Direito. E a influência de Adelino Amaro da Costa. Ribeiro e Castro, parte I.
A Vida em Revolução

“Recebi a ordem do 25.11 por incompetência dos revoltosos”

Operação Míscaros: o plano montado em segredo por um comandante da Força Aérea para reagir ao 25 de novembro. E a desilusão dos pilotos com Costa Martins. Parte II da entrevista ao General Vaz Afonso.
A Vida em Revolução

“O PCP utilizou na Força Aérea o terror dos saneamentos”

Como delegado do MFA em Moçambique, queimou as listas de informadores da PIDE. Na Base Aérea do Montijo, conspirou para resistir ao PCP. Na entrevista, Vaz Afonso emocionou-se a recordar um encontro.
A Vida em Revolução

“As prostitutas ganhavam por dia o que eu ganhava num mês”

O negócio da droga em Lisboa nos anos da revolução. Os encontros com os fugitivos da prisão de Alcoentre. E as prostitutas que livrou da polícia. Entrevista ao jornalista João Alves da Costa.
A Vida em Revolução

“Uma das facetas do 25 de novembro foi a caça às bruxas”

A chegada de Salgueiro Maia a Beirolas para travar a saída das armas. Os bastidores da luta pelo poder. Os tempos como ajudante de campo de Costa Gomes. E a hostilidade contra o ex-Presidente.
A Vida em Revolução

“Eu já estava desesperado e a criança com o dedo no gatilho”

A operação Zebra para desmantelar a PIDE. A proteção a Samora Machel. E o guerrilheiro de 12 anos que apontou uma Kalashnikov ao coronel Manuel Lopes, chefe da polícia em Moçambique em 1974/75.
A Vida em Revolução

“A vida era um festim”. O amor em 1974 com Julião Sarmento

Julião Sarmento e Helena Vasconcelos apaixonaram-se em 1974 e iniciaram uma relação aberta. A viagem a Marrocos (para comprar haxixe), a orgia (onde ficaram vestidos) e a vida boémia dos artistas.
A Vida em Revolução

“No Copcon tínhamos o poder todo. Adorei aqueles tempos”

Luís Pinheiro de Almeida foi o único a ver o abraço final entre Eanes e Otelo a seguir ao 25 de Novembro. Descreve o diálogo entre os dois homens e recorda o telex de Costa Gomes rasgado no Copcon.
A Vida em Revolução

“Otelo tinha um coração magnífico e era amigo. Mas ingénuo”

Luís Pinheiro de Almeida foi ao mesmo tempo jornalista e assessor de imprensa de Otelo. A noite do 25 de abril a chorar agarrado à G3. A greve na tropa. E a pancadaria com o PCP na redação.
A Vida em Revolução

"Balsemão tinha uma santa aliança no Expresso com o MRPP"

Vasco Lourenço, estremunhado, em pijama, a dizer-lhe que “o Fabião borregou”. O sogro que pôs uma gravata preta pela perda de Angola. As noitadas à espera do fim das reuniões do Conselho da Revolução.
A Vida em Revolução

“Arranjei bigodes e cabeleiras para disfarçar o Grupo dos 9"

Maria João Avillez e a primeira entrevista a um Vasco Gonçalves “desconfiado”, que prometeu acabar com o seu apelido. “Não gostavam de mim nas redações: não tinham dúvidas de que eu era uma burguesa.”
A Vida em Revolução

“Champalimaud não financiou o MDLP porque Spínola era burro”

Spínola: os berros, os pontapés debaixo da mesa e as indecisões. A prisão na mesma cela que dois diretores da PIDE. E a fuga para Espanha. Segunda parte da conversa com o coronel Sanches Osório.
A Vida em Revolução

“Os generais presos temeram ser fuzilados: ‘Chegou a hora?’”

Sanches Osório reconstitui as primeiras 72 horas da revolução no posto de comando. A vantagem de Spínola para o marketing. E as crónicas do comunista Mário Castrim que influenciavam Vasco Gonçalves.
A Vida em Revolução

“Quem derrotou o PCP foi o PS. O resto é treta”

O “regabofe” na extinção da PIDE. A carga de pancada no aeroporto. A coragem física de Soares e Zenha. E o grande negócio com o livro “O Triunfo dos Porcos”. Segunda parte da conversa com João Soares.
A Vida em Revolução

“O Zenha dizia-me: ‘Epá, tu tens é que ser preso’”

João Soares recorda como conheceu Salgueiro Maia no Largo do Carmo, a distribuição do jornal República (que não foi à censura), o regresso do pai do exílio e as primeiras lutas do PS na revolução.
A Vida em Revolução

“Sair do PPD foi um mau momento, coisa de impulso”

Artur Santos Silva, parte II. Os insultos no Bolhão a Otelo e Corvacho. A insólita reunião do Conselho de Ministros antes do cerco ao Parlamento. Os 220 saneamentos. E o pedido de demissão do Governo.
A Vida em Revolução

“Sá Carneiro disse-me: ‘Artur, não fique cá’”

Artur Santos Silva festejou o 25 de abril com champanhe em casa do vizinho Francisco Sá Carneiro, no Porto. A fundação do PPD, o choque das nacionalizações e o pânico com as detenções de empresários.
A Vida em Revolução

“Votámos contra sair para ir travar o Jaime Neves”

O músico Tozé Brito exilou-se em Inglaterra como tradutor para escapar à guerra. Voltou em 1974 e viveu os golpes de 1975 dentro dos quartéis. “Na música, só havia espaço para a esquerda”.
A Vida em Revolução

“Vasco Gonçalves estava perturbado na parte final”

Pezarat Correia, parte II: o choque com Vasco Gonçalves; as influências que viravam Otelo; as reuniões do Conselho da Revolução; agricultores armados contra as ocupações; e a granada que rebentou.
A Vida em Revolução

Pezarat: “Spínola foi um desastre como Presidente”

A Kalashnikov que Pezarat Correia levou para o encontro com Jonas Savimbi, “sempre disposto a trair tudo”. Histórias de bastidores do MFA. A chegada de Rosa Coutinho a Luanda. E o 11 de março.

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