ADSE

ADSE admite rever proposta para baixar preços dos atos médicos

Presidente do sistema de saúde do Estado admite para rever alguns dos cortes propostos nos preços dos atos médicos, desde que os operadores privados estejam disponíveis para corrigir práticas.

Hugo Delgado/LUSA

A ADSE, subsistema de saúde de funcionários e pensionistas do Estado, admite ajustar os valores propostos a pagar pelos atos médicos privados. Mas para tal, a outra parte terá de mostrar disponibilidade para corrigir algumas práticas como as que conduzem a atos sem razão clínica. A abertura foi transmitida pelo presidente da ADSE, Carlos Liberato Batista, em declarações ao Diário de Notícias. “Algumas destas práticas não têm razão crítica e se houver disponibilidade para as corrigir podemos ver”.

A ADSE quer rever os preços pagos aos prestadores privados para ultrapassar uma situação de insuficiente cobertura de custos por receitas, que levaria o sistema a apresentar um saldo negativo este ano. Os novos preços deverão entrar em vigor no dia 1 de março.

No final do ano passado, a administração do sistema de saúde também propôs um aumento dos valores pagos pelos beneficiários pelas consultas, mas esta propostas não passou no conselho geral e de supervisão. Foi a este órgão da ADSE que a administração justificou a necessidade desta revisão com a dupla finalidade de melhorar a qualidade da rede e serviços prestados e controlar os custos.

A instituição pretende que a nova tabela para atos médicos permita um corte de 42 milhões de euros aos montantes pagos aos operadores privados, que se mostraram já contra esta intenção, com alguns a ameaçar abandonar o sistema de saúde.

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