Web Summit

Meios de comunicação portugueses deram mais de 6.000 notícias durante Web Summit

Os meios de comunicação social portugueses que fizeram a cobertura da cimeira tecnológica Web Summit, que decorreu na semana passada em Lisboa, produziram um total de 6.055 notícias sobre o evento.

JOSE SENA GOULAO/EPA

Os meios de comunicação social portugueses que fizeram a cobertura da cimeira tecnológica Web Summit, que decorreu na semana passada em Lisboa, produziram um total de 6.055 notícias sobre o evento, segundo um estudo esta terça-feira divulgado.

Em causa está um estudo esta terça-feira divulgado pela consultora de comunicação Cision, que analisou as referências à Web Summit e a Lisboa em mais de 2.000 meios de comunicação portugueses (televisão, rádio, imprensa e online) e em 120 mil outros órgãos online de 190 países, entre os dias 1 de outubro e 9 de novembro.

De acordo com o documento, em Portugal registaram-se mais de 6.000 notícias, a maioria na internet (4.312), seguindo-se a televisão (936), os meios impressos (520) e a rádio (287). “Nas televisões nacionais, a Web Summit ocupou cerca de 53 horas de tempo de antena, a que se somam mais de 12 horas e meia de emissão na rádio”, refere a Cision em comunicado.

Das notícias divulgadas no estrangeiro e analisadas no estudo, a maioria foi publicada nos Estados Unidos, num total de 2.769 artigos. Seguiu-se Espanha (634), Reino Unido (361), Brasil (350), França (326) e Alemanha (326).

Da lista dos 10 países com maior número de notícias sobre o evento constam ainda a Áustria, Canadá, Itália e a Índia, cada uma com mais de 150 artigos. A cidade de Lisboa foi, assim, citada em 8.195 notícias de meios de comunicação de mais de 110 países devido ao evento, precisa a Cision.

A edição deste ano da Web Summit, a terceira em Lisboa, decorreu entre os dias 5 e 8 de novembro e juntou 69.304 participantes de 159 países, mais de 1.200 oradores, mais de 1.500 investidores e 2.600 jornalistas. A cimeira tecnológica, de inovação e de empreendedorismo Web Summit nasceu em 2010 na Irlanda e mudou-se em 2016 para Portugal, tendo desde essa altura gerado um impacto económico de mais de 500 milhões euros.

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