Tecnologia

Outsystems leva Portugal a ter ano recorde de investimento

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Portugal consegue recorde anual de investimento graças à Outsystems e é o 6º país com maior crescimento na Europa, revela o Relatório Estado da Tecnologia Europeia da Atomico, Slush e a Orrick.

Paulo Rosado, presidente executivo da Outsystems

O setor tecnológico em Portugal está a impulsionar o emprego e, devido à OutSystems, o mais recente unicórnio (empresa que vale mais de mil milhões de dólares) português, o investimento no país cresceu exponencialmente. Além disso, a cidade do Porto é o terceiro centro tecnológico europeu em crescimento. As conclusões são do Relatório Estado da Tecnologia Europeia 2018 da Atomico, em parceria com a Slush e a Orrick, revelado esta quarta-feira. O estudo destaca ainda ” mais um ano recorde para a tecnologia europeia”.

De acordo com o estudo da Atomico, uma empresa de investimento em tecnologia, da Slush, o concorrente nórdico da Web Summit, e da Orrick, um escritório internacional de advogados, Portugal é o país europeu que tem o maior crescimento de programadores informáticos profissionais na Europa ocidental (16,2% em relação à média europeia, 4,2%).

Contudo, apesar de Portugal ter tido um ano recorde de investimento, em cerca de 400 milhões de euros, a maioria deste capital é devido a uma ronda da Outsystems, de cerca de 340 milhões de euros que, em junho, tornou a empresa no mais recente unicórnio (empresa valorizada em mais de mil milhões de dólares).

A cidade do Porto, segundo dados do mesmo estudo com base no Meetup, uma rede social para startups, é o terceiro centro de europeu com maior destaque, com 72% de crescimento de membros ativos na plataforma. Na Europa, Portugal é o sexto país com maior destaque, com um crescimento de 51%.

No estudo é ainda destacado que 93% dos fundos angariados por empresas europeias, através de capital de risco, têm como fundadores equipas compostas apenas por homens. Este número leva a Atomico a afirmar que “a Europa tem um problema de diversidade e de inclusão”.

Uma das novidades este ano neste estudo foi a inclusão de um inquérito que tenta verificar a discriminação sexual no ecossistema. De cerca de cinco mil inquiridos, de 75% considera que a cultura da sua startup europeia é inclusiva.

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