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O menu até podia ser de outro país mas sabiam que o nome saído desse brainstorming num jantar de amigos tinha que ser bem português. “Como o calor é o motor materializador das peças, e permite ao barro passar de matéria-prima a produto final, surgiu, durante esse jantar, a GRAUº“, esclarecem Isac Coimbra e Diogo Ferreira. Do forno começava a sair um projeto com razies na pré-pandemia, quando a ideia de lançar uma marca própria deixou de ser simples atirar de barro à parede para se transformar num caso sério de cerâmica.

“Fomos confrontados com a oportunidade de podermos ter tempo para fazer algo que realmente nos traz prazer e com o qual, simultaneamente, obtínhamos ótimo feedback de terceiros. Pareceu-nos o momento ideal para concretizar a nossa visão”, descreve dupla criativa por trás deste leque de peças com espírito tribal. “No meio da incerteza que se vive, afastámo-nos dos nossos empregos e decidimos dedicar toda a nossa energia à GRAUº.

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