Siga aqui o liveblog sobre o conflito israelo-palestiniano

O responsável de um parque de diversões em França foi detido, nesta quinta-feira, por recusar a entrada de um grupo de 150 crianças israelitas que tinham feito uma reserva há vários meses. De acordo com a imprensa francesa, o homem justificou a decisão de não deixar entrar as crianças com as suas “convicções pessoais“.

O parque fica em Porté-Puymorens, no sul dos Pirenéus Orientais, e, de acordo com o Ministério Público de Perpignan, o homem, de 52 anos, está agora sob investigação por “discriminação baseada na religião no âmbito da oferta ou prestação de um bem ou serviço”. Este é um crime que, em França, pode ser punido com até três anos de prisão.

O grupo, composto por crianças entre os 8 e os 16 anos, estava de férias em Espanha e deslocou-se ao sul de França para visitar o parque de diversões. Mas, após a entrada ter sido impedida, o grupo alterou o itinerário e seguiu para outro local em território francês – não sem antes fazer queixa às autoridades, que decidiram designar um grupo de polícias para escoltar os autocarros no seu trajeto posterior.

Segundo a Procuradoria, o responsável do parque, cujo nome não é revelado nas notícias, não tem antecedentes criminais nem era conhecido da polícia.

[Governo decide que é preciso invadir a embaixada para pôr fim ao sequestro. É chamada uma nova força de elite: o Grupo de Operações Especiais. “1983: Portugal à Queima-Roupa” é a história do ano em que dois grupos terroristas internacionais atacaram em Portugal. Um comando paramilitar tomou de assalto uma embaixada em Lisboa e esta execução sumária no Algarve abalou o Médio Oriente. Ouça no site do Observador o quinto episódio deste podcast plus narrado pela atriz Victoria Guerra, com banda sonora original dos Linda Martini. Também o pode escutar na Apple Podcasts, no Spotify e no YoutubeMusic. E ouça o primeiro episódio aqui, o segundo aqui, o terceiro aqui e o quarto aqui]