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Governo da Gronelândia condena pressões de Trump sobre anexação

Este artigo tem mais de 6 meses

Primeiro-ministro da Gronelândia criticou as "fantasias" de anexação do presidente dos Estados Unidos e apelou ao diálogo através dos canais "adequados", respeitando o direito internacional.

epa12424458 Greenland's Prime Minister Jens-Frederik Nielsen attends the 7th meeting of the European Political Community (EPC) in Copenhagen, Denmark, 02 October 2025. The summit, bringing together leaders from across the continent, will focus on defense and support for Ukraine, the security situation in Europe, including economic security and migration.  EPA/IDA MARIE ODGAARD  DENMARK OUT
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▲Donald Trump reafirmou a vontade de anexar a região autónoma dinamarquesa no Ártico

IDA MARIE ODGAARD/EPA

▲Donald Trump reafirmou a vontade de anexar a região autónoma dinamarquesa no Ártico

IDA MARIE ODGAARD/EPA

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O primeiro-ministro da Gronelândia, Jens Frederik Nielssen, disse que chegou a altura de o Presidente dos Estados Unidos parar com as pressões sobre a anexação da região autónoma dinamarquesa no Ártico.

“Basta! (…) Chega de pressões. Chega de insinuações. Chega de fantasias de anexação. Estamos abertos ao diálogo. Estamos abertos a discussões. Mas isto deve ser feito através dos canais adequados e de acordo com o direito internacional”, escreveu durante a noite o líder da Gronelândia nas redes sociais.

Em entrevista no domingo à revista The Atlantic, Donald Trump, reafirmou a vontade de anexar o território autónomo da Gronelândia, que pertence à Dinamarca e a primeira-ministra dinamarquesa, Mette Frederiksen, exortou os Estados Unidos a pararem com as ameaças “contra um aliado histórico” por causa da Gronelândia.

A intervenção militar norte-americana na Venezuela no sábado, que destacou o interesse de Donald Trump pelos vastos recursos petrolíferos do país, reacendeu os receios em relação à Gronelândia, cobiçada pelo presidente norte-americano pelos recursos minerais e a localização estratégica.

“Precisamos da Gronelândia do ponto de vista da segurança nacional”, reiterou o presidente norte-americano aos jornalistas.

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