É um longo olhar sobre o passado, com um orgulho evidente misturado com algum ressentimento, mágoa e a confissão de uma sensação de que o partido nunca esteve lá para ele, como ele esteve para o partido. A carta de Pedro Santana Lopes aos militantes do PSD, que o Observador revelou em primeira mão esta sexta-feira, tem muito da história como ele a tem contado ao longo dos anos.

Leia na íntegra a carta em que Santana se despede dos militantes do PSD

É uma longa missiva de despedida onde faz uma revisão elogiosa do seu próprio percurso e dedicação num PSD que chegou a liderar mas, admite agora, nunca aderiu verdadeiramente às ideias que considera mais emblemáticas: “O PSD gostava muito de ouvir os meus discursos mas ligava pouco às minhas ideias pois, nos momentos decisivos, acabou quase sempre por acolher outras propostas”, escreve Santana.

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