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A medida faz parte do programa do Governo ‘3 em Linha’ para a conciliação entre a vida profissional, pessoal e familiar, mas só se aplica ao setor público. Na prática, os trabalhadores do Estado vão poder, a partir do próximo mês de setembro, faltar ao trabalho até três horas para acompanharem os filhos menores de 12 anos no primeiro dia de aulas. Ainda assim, ressalva o Governo, “desde que não se verifique prejuízo grave para o normal funcionamento do serviço”.

Mas a proposta lançou desde cedo a discórdia… e a confusão. Quando foi aprovada em Conselho de Ministros, em 13 de junho, o Executivo não especificava, no comunicado que o sucedeu, o número de horas de dispensa (ainda que, quando o ‘3 em Linha’ foi lançado, em dezembro, tivesse sido mencionado o limite de três horas). Tanto que o presidente do PSD, Rui Rio, veio prontamente discordar “com um dia de folga para os funcionários públicos acompanharem os filhos no primeiro dia de aulas”. “É discriminatório e eleitoralista”, defendeu o social-democrata na rede social Twitter. Em vez disso, Rio propunha que a medida “seja para todos os trabalhadores e que não seja um dia inteiro, mas sim apenas duas horas”.

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