Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Bom dia, encerramos aqui este liveblog sobre a crise política, mas continuamos a acompanhar aqui, nesta nova ligação, o que se passa no mundo político em Portugal que vive novo sobressalto com o chumbo da proposta do Orçamento de Estado nos Açores. O assunto é, aliás, o tema do Conselho de Estado que hoje se reúne.

    Conselho de Estado analisa hoje crise política nos Açores

    Fique connosco, até já!

  • Santos Silva diz que Carneiro é melhor para "combater populismos"

    Augusto Santos Silva reafirma o apoio à candidatura de José Luís Carneiro a secretário-geral socialista, “por ser o que melhor representa a capacidade de diálogo para combater os populismos”.

    Santos Silva diz que Carneiro é melhor para “combater populismos”

  • BE diz que maioria PS caiu por causa de "facilitadores" como Vítor Escária

    A coordenadora do BE disse que a maioria absoluta do PS de António Costa caiu muito por causa do “regime de interesses das portas giratórias” e de “facilitadores” que “destroem a economia”.

    BE diz que maioria PS caiu por causa de “facilitadores” como Vítor Escária

  • Líder do PSD/Madeira diz que Governo socialista "caiu de podre"

    O líder do PSD/Madeira afirmou que o Governo da República “caiu de podre” e apelou à mobilização dos militantes social-democratas nas eleições antecipadas de 10 de março.

    Líder do PSD/Madeira diz que Governo socialista “caiu de podre”

  • Líder do PSD/Madeira diz que Governo socialista "caiu de podre"

    O líder do PSD/Madeira afirmou que o Governo da República “caiu de podre” e apelou à mobilização dos militantes social-democratas nas eleições antecipadas de 10 de março.

    Líder do PSD/Madeira diz que Governo socialista “caiu de podre”

  • Pedro Nuno Santos diz que PS não se apresenta a eleições para ser "muleta" do PSD

    O candidato a secretário-geral do PS Pedro Nuno Santos assinalou, em Penafiel, no distrito do Porto, que o seu partido se apresenta a eleições para vencer e não “para ser muleta do PSD”.

    Pedro Nuno Santos diz que PS não se apresenta a eleições para ser “muleta” do PSD

  • PSD/Açores aprova coligação com CDS-PP e PPM e designa Bolieiro cabeça-de-lista

    O Conselho Regional do PSD/Açores aprovo a coligação com o CDS-PP e o PPM e designou o atual líder e presidente do Governo José Manuel Bolieiro para ser cabeça-de-lista nas próximas regionais.

    PSD/Açores aprova coligação com CDS-PP e PPM e designa Bolieiro cabeça-de-lista

  • José Luís Carneiro. "A minha candidatura é a única que impede a direita de ganhar as eleições"

    O candidato à liderança do PS afirmou que a sua candidatura “é a única que impede a direita de ganhar as eleições” legislativas de 10 de março.

    José Luís Carneiro. “A minha candidatura é a única que impede a direita de ganhar as eleições”

  • Presidente pede mais "consciência crítica" às elites políticas e económicas" para inverter nefasta perceção" sobre corrupção

    Marcelo Rebelo de Sousa assinala o Dia Internacional contra a Corrupção, sublinhando a “necessidade de se elevar a consciência crítica junto das elites políticas e económicas” para esta questão.

    Presidente pede mais “consciência crítica” às elites políticas e económicas” para inverter nefasta perceção” sobre corrupção

  • Maioria do Parlamento rejeita ação para investigar Marcelo no Supremo

    Para o Presidente da República ser investigado pelo Supremo seria necessário que dois terços do Parlamento aprovassem essa proposta. Mas os partidos ouvidos pelo Observador afastam essa possibilidade.

    Maioria do Parlamento rejeita ação para investigar Marcelo no Supremo

  • Pedro Nuno Santos diz que Costa é o melhor político português

    O candidato à liderança do PS Pedro Nuno Santos afirmou que António Costa “é o melhor político português” e espera que este possa continuar na política com outros cargos, dentro ou fora do país.

    Pedro Nuno Santos diz que Costa é o melhor político português

  • Pizarro recusa comentar caso das gémeas para não condicionar investigações

    O ministro da Saúde, Manuel Pizarro, recusou pronunciar-se sobre o caso das gémeas luso-brasileiras, alegando que os seus comentários podem ser interpretados como forma de condicionar a investigação.

    Questionado sobre se já foi ouvido pela Inspeção-Geral das Atividades em Saúde (IGAS), se foi pedida documentação à tutela e sobre os desenvolvimentos conhecidos da situação, Manuel Pizarro afirmou ser um caso sobre o qual não deve fazer comentários públicos.

    “Não me parece que seja adequado, no momento em que ocorrem auditorias e inspeções, duas delas por parte de instituições do Ministério da Saúde, o Hospital de Santa Maria e a IGAS, não me parece que faça sentido eu estar a fazer comentários que possam ser interpretados como condicionando essa investigação, ou até perturbando essa investigação”, argumentou o ministro.

    Segundo Manuel Pizarro, que falou na Covilhã, à margem da cerimónia dos 25 anos da Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade da Beira Interior, “esta é uma fase em que o ministro tem obrigação de aguardar pelos trabalhos dessas instituições”.

    Na quarta-feira, no Porto, o ministro considerou que seria inaceitável que uma decisão clínica fosse ultrapassada por uma pressão política. “A decisão clínica tem de prevalecer num serviço de saúde e tem absoluta prioridade sobre todos os pontos de vista”, defendeu.

    Sobre a investigação em curso, Manuel Pizarro afirmou que a obrigação do seu ministério “é contribuir com toda a documentação que possa ser encontrada no Ministério da Saúde”, sublinhando que está ao dispor das entidades para prestar todos os esclarecimentos que permitam averiguar o que se passou neste processo.

  • SEF? Carneiro não comenta: "Não é uma competência que me esteja atribuída"

    José Luís Carneiro, candidato à liderança do PS e ministro da Administração Interna, recusou-se a comentar a informação divulgada pelo semanário Expresso que aponta para o “caos” no ex-Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), com “imigrantes ilegais que não são retidos fora da hora de expediente, dois mil casos de expulsão parados e base de dados com mandados de captura sem funcionar”.

    José Luís Carneiro sublinhou que está em campanha interna para a liderança do Partido Socialista, pelo que não quis comentar a notícia do Expresso, adiantando apenas que “se ler com atenção, não é, aliás, uma competência que me esteja atribuída”.

  • Carneiro quer fortalecer as autonomias e revisitar a representação da República nas regiões

    O candidato a secretário-geral do PS José Luís Carneiro afirmou hoje que pretende fortalecer as autonomias regionais ao nível da mobilidade, financiamento e valorização dos recursos do mar e mostrou-se disponível para alterar os poderes do representante da República.

    “Eu estou disponível para revisitarmos o tema da representação da República nas regiões, mas é uma posição que tem de ser dialogada com os nossos camaradas dessa região, porque há posições diversas consoante estejamos a falar de atribuição dos poderes aos governos regionais ou então uma partilha desses poderes pelo governos regionais e pela Presidência da República”, explicou.

    O ministro da Administração Interna, José Luís Carneiro, durante a conferência do 2.º aniversário da CNN Portugal, que retoma o mote da CNN Portugal International Summit “Embrace the future”, sobretudo para as oportunidades que a Europa tem de transformar a sua economia, no Porto, 21 de novembro de 2023. ESTELA SILVA/LUSA

    José Luís Carneiro falava em Machico, Madeira, no âmbito de um encontro com militantes e simpatizantes do PS, que contou com a participação do recém-eleito presidente da estrutura regional do partido, Paulo Cafôfo, que é o mandatário da sua candidatura na região autónoma.

  • Ministros das Finanças da UE mostraram "interesse muito grande" sobre crise política em Portugal, diz Fernando Medina

    Medina relatou o “interesse muito grande” dos seus homólogos da UE sobre a crise política em Portugal, mas garantiu-lhes que o país “está, do ponto de vista financeiro, numa situação estável”.

    Ministros das Finanças da UE mostraram “interesse muito grande” sobre crise política em Portugal, diz Fernando Medina

  • Sérgio Sousa Pinto apoia Pedro Nuno Santos, "uma ilha de dignidade"

    Sempre crítico da geringonça, Sérgio Sousa Pinto apoia Pedro Nuno Santos, revela num artigo de opinião no jornal Expresso sob o título “Virar de Página”.

    “Pedro Nuno Santos ficou sozinho na defesa da ‘geringonça’, na qual acreditou e a qual serviu, com boa-fé até ao fim, com uma convicção que não lhe pareceu decente, por cálculo, desdizer ou repudiar”, começou por escrever. “Tendo sobre os benefícios das alianças à esquerda convicções opostas às dele, que não se alteraram entretanto, observo que não renegou nada do que fez, disse e é. No atual contexto, formatado por anos de habilidade, não se apresenta como um radical mas como uma ilha de dignidade”, continuou.

  • Presidente garante que "não teve conhecimento de quaisquer diligências junto do Ministério da Saúde"

    O Presidente da República reafirmou esta noite que “não teve conhecimento de quaisquer diligências junto do Ministério da Saúde no caso das gémeas luso-brasileiras, após o envio do dossier para o gabinete do primeiro-ministro a 31 de outubro de 2019”. A garantia foi dada esta noite através de uma nota publicada no site da Presidência da República.

    A resposta de Marcelo vem em resposta à notícia revelada pela TVI esta noite sobre várias reuniões entre o ex-secretário de Estado da Saúde, António Lacerda Sales, e o filho do Presidente da República, Nuno Rebelo de Sousa, sobre o caso das gémeas.

    Ex-secretário de Estado da Saúde terá tido várias reuniões com filho de Marcelo no Ministério da Saúde

  • Marcelo decreta demissão do Governo que tem efeitos a partir de amanhã

    A nota esperada já está publicada no site da Presidência da República, com Marcelo a dar conta de que “decretou hoje, nos termos da Constituição, a demissão do Governo, com efeitos a partir de amanhã, 8 de dezembro”

    Na nota escreve ainda que “após a sua demissão e até à posse do seu sucessor, o Governo assegurará, nos termos constitucionais, a prática dos ‘atos estritamente necessários para assegurar os negócios públicos’”.

  • Maioria de coordenadores de secções das comunidades manifestam apoio a Carneiro

    Mais de uma dezena de coordenadores das secções do PS nas comunidades portuguesas manifestaram hoje apoio a José Luís Carneiro, com a candidatura a considerar que “é uma consequência natural” do trabalho que desenvolveu enquanto secretário de Estado das Comunidades.

    Num total de 21 coordenadores de secções do PS nas comunidades Europa e Fora da Europa, 13 manifestaram apoio à candidatura de José Luís Carneiro.

    É o caso de António Oliveira (Paris), Manuel Ferreira (Nantes), Jorge Telles (Clermont-Ferrand), Jorge Campos (Lyon), João Luís (Andorra), Manuel Campos (Frankfurt), Daniel Soares (Bremerhaven), João Durão (Luxemburgo), Ana Maria Pica (Zurique), Jorge Rosmaninho (São Paulo), Fernando Topa (Caracas), António Pires Filho (Santos) e Alfredo Stoffel (representante da secção Europa).

    Em declarações à Lusa, o responsável pelo círculo da Europa e Fora da Europa da candidatura de José Luís Carneiro, o deputado socialista Paulo Pisco, salientou que estes apoios são uma “consequência natural e lógica” do trabalho que o atual candidato desenvolveu enquanto secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, entre 2015 e 2019.

    Paulo Pisco salientou que, nesse período, José Luís Carneiro teve uma “relação de proximidade com praticamente todos” os coordenadores de secções de comunidades, manifestando sempre uma “disponibilidade que lhe é própria”.

    “Estes apoios são absolutamente naturais por parte de quem conhece bem o trabalho que foi desenvolvido nas comunidades pelo então secretário de Estado. Eles guardam de José Luís Carneiro uma memória muito positiva”, referiu.

    Para Paulo Pisco, José Luís Carneiro “foi um dos melhores secretários de Estado das Comunidades” e manifestou sempre disponibilidade “para apoiar, ajudar e estar próximo das secções e dos militantes do PS no estrangeiro”.

  • Depois de justiça "cumprir a sua missão", "logo veremos se ainda há tempo para a política", diz António Costa

    “Aguardemos que a justiça cumpra a sua missão, quando cumprir logo veremos”, disse António Costa aos jornalistas, à margem de um evento na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa.

    Questionado sobre o futuro, no último dia de Governo em plenas funções, o primeiro-ministro reforçou a importância de aguardar pelo desfecho na justiça. “Logo veremos na altura se ainda há tempo para a política”, arrumou o assunto, lembrando: “Ainda há muita coisa para fazer até final de março”.

1 de 3