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Hoje é um bom dia para mudar os seus hábitos. Saiba mais

Ricardo Pinheiro Alves

Convidado

Artigos publicados

Comunicação Social

Uma imprensa plural e representativa

Apesar das redes sociais e do digital, a imprensa portuguesa precisa de muito mais pluralismo para que possa efectivamente representar as diferentes visões que coexistem na sociedade portuguesa.
União Europeia

Nunca mais aprendemos – Parte 2

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Os últimos 20 anos mostram que o país todo se está a transformar num enorme Alentejo dentro da UE (eu sou alentejano), que vive cada vez mais dependente de subsídios e do Estado. Há quem goste. Eu não
Europa

União Europeia: Nunca mais aprendemos

Como o choque incide de forma diferente nos países, o esforço de recuperação também deve ser assimétrico. Um esforço simétrico liderado pela Comissão resultaria em políticas erradas para vários países
25 de Abril

O “Alçapão de Abril”

O 25 de Abril devia servir para festejar a Liberdade que se consolidou a 25 de Novembro, dia em que os que tentaram abrir o “Alçapão de Abril” para aí enfiar essa Liberdade “levaram” com ele na cabeça
Reforma do Estado

O vírus da reforma do Estado

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Ao contrário do coronavírus, o vírus da reforma do Estado tem agora uma oportunidade única para se propagar. Haja vontade para isso entre os portugueses.
Coronavírus

Os “Coronabonds” são uma solução indesejável

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A emissão de dívida mutualizada significa a transferência de poder do governo nacional eleito com os nossos votos para uma entidade não eleita e por isso sem qualquer legitimidade democrática.
Coronavírus

Crónica da morte anunciada do federalismo

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A patente inutilidade (e indesejabilidade) da Comissão Europeia no combate ao Coronavírus contraria toda a fé ilusória que os portugueses têm na intervenção da UE para a resolução dos seus problemas.
Coronavírus

Batem leve, levemente

As políticas macroeconómicas prescritas para mitigar os custos do coronavírus incidem especialmente ao nível fiscal, uma vez que no lado “monetário” a margem de manobra é reduzida.
Óbito

Vasco Pulido Valente. A Verdade na História

Ao longo da sua vida Vasco Pulido Valente escreveu sobre a mediocridade portuguesa dos séculos XIX e XX, mas essa mediocridade que descreveu continua presente no nosso país no século XXI.
Eutanásia

Mais uma vez, a política da mentira! /premium

A política da mentira usa como primeiro passo tentar evitar que haja muita discussão pública e que seja limitada aos “profissionais da opinião”, designadamente os que defendem a eutanásia.
Igualdade

Oportunidades: queremos mais ou queremos iguais?

Haver mais oportunidades para os que precisam é desejável, e por isso é importante um acesso alargado à educação ou à saúde. Mas para isso não é preciso dar privilégios a uns como sucede com as quotas
União Europeia

Política industrial: ligações perigosas

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A China recusou as características mais nobres do capitalismo, como a livre concorrência, pelo que opção de imitar um país que usa práticas não aceitáveis e aposta no intervencionismo público é errado
Euro

21 anos depois: Portugal beneficiou com o Euro?

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Passados 21 anos só se pode concluir que os economistas, que sabiam que Portugal não estava preparado para o Euro, apoiaram a nossa participação com base numa ilusão na esperança de um passe de mágica
Natal

Cartões de Natal

O Natal simboliza o nascimento da ideia Cristã de amor gratuito pelo próximo, talvez a primeira mensagem que se universalizou na história da humanidade.
Regionalização

No regionalizar é que está o ganho?

É curioso que muitos dos que defendem a regionalização o façam a nível nacional mas o recusem a nível europeu, preferindo uma federalização com poderes cada vez mais concentrados no centro da Europa.
Reforma do Estado

Um Estado que Sirva

Um Estado que Sirva deve aplicar obrigatoriamente aos serviços públicos todas as leis e regras que sejam impostas à sociedade, da formação mínima para os colaboradores à obrigação da proteção de dados
Brexit

Os perigos do não-Brexit

As discussões actuais na Europa são mais para dividir o “bolo” que sobra do Brexit do que para colocar a “pastelaria” a criar riqueza. Para Portugal uma UE centrada no eixo franco-alemão seria trágica
União Europeia

Referendos, para que vos queremos?

A transferência de poder de decisão para a União Europeia é definitiva e em Portugal ocorre paulatinamente desde 1986 sem que nunca nenhum português tenha sido chamado a pronunciar-se a esse respeito.
Eleições Legislativas

O desinteresse de Portugal por Portugal

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O Portugal sem interesse do Estado Novo que apenas olhava para o seu “umbigo” tornou-se no Portugal sem interesse do século XXI, que apostou tudo no beco sem saída que é a União Europeia.
Liberdades

Igualdade imoral

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Hoje, os ataques à liberdade em nome da igualdade, que antes eram vistos como próprios de sociedades autoritárias, passaram a ser considerados normais, mas para os igualitários isso é irrelevante.
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