Rádio Observador

Liberdade de Expressão

Ideologia de Género em Portugal: a agenda (já não tão escondida) do BE?

Autor
  • Bruno Vitorino
2.562

Não admito que utilizem crianças para espalharem/imporem uma doutrina ideológica, que vai de encontro a uma agenda política escondida (ou não), de determinados partidos da extrema esquerda.

Queixas, “queixinhas”, democracia e a liberdade de Expressão

A propósito da minha indignação sobre a ida de uma associação LGBTI a uma escola pública do concelho do Barreiro, para falar sobre orientação sexual para crianças de 11 anos, duas deputadas do Bloco de Esquerda afirmaram que iriam apresentar queixa contra mim à Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género (CIG).

Como deputado eleito pelo povo português, democrata e defensor da liberdade de expressão não me deixarei condicionar. Não é com este tipo de queixas, ou melhor, de “queixinhas” que me vão calar. Continuarei a falar sobre este assunto e a exercer o devido contraditório, custe a quem custar, gostem ou não. Que me elegeu, espera isso de mim. Não admito que utilizem crianças para espalharem/imporem uma doutrina ideológica, que vai de encontro a uma agenda política escondida (ou não), de determinados partidos da extrema esquerda.

É indiferente quem se dirige, numa Escola, às nossas crianças? É indiferente o tema a abordar?

Será que é uma associação LGBTI, com pessoas sobre as quais não se conhecem as habilitações e competências, que, numa Escola, se devem dirigir às nossas crianças de 6 ou 11 anos, sobre questões de ”identidade de género” e de “orientação sexual”? Obviamente que não.

Pior ainda é a mistura propositada de conceitos.  ”Sexualidade” não é o mesmo que “orientação sexual”, nem “igualdade de género” é o mesmo que “identidade de género”. São coisas muito distintas.

E o que estas dúvidas têm a ver com homofobia? Obviamente que nada.

A fuga a uma discussão séria sobre o tema

Para aprofundar o tema, um jornal regional convidou-me para um debate com a deputada “queixosa” do BE, Joana Mortágua. Eu aceitei. A deputada do BE recusou.

Mas porque tem o BE e a Sra. Deputada “queixosa” medo de debater comigo? Têm medo de debater o que está em causa? Ou têm medo de ter de vir defender a agenda ideológica que pretendem implementar, à revelia do conhecimento generalizado do povo português?

O BE e a Sra. Deputada “queixosa” são muito rápidos em tentar silenciar quem não pensa como eles, contudo, são também muito rápidos a fugir à discussão séria, livre, pública, democrática e com contraditório, de um tema desta importância.

Terão medo de assumir publicamente, a agenda (já não tão escondida) do BE?

Por mim, afirmo e reafirmo: deixem as crianças em paz!

Deputado à Assembleia da República

Não queremos ser todos iguais, pois não?

Maio de 2014, nasceu o Observador. Junho de 2019, nasceu a Rádio Observador.

Há cinco anos poucos acreditavam que era possível criar um novo jornal de qualidade em Portugal, ainda por cima só online. Foi possível. Agora chegou a vez da rádio, de novo construída em moldes que rompem com as rotinas e os hábitos estabelecidos.

Nestes anos o caminho do Observador foi feito sem compromissos. Nunca sacrificámos a procura do máximo rigor no nosso jornalismo, tal como nunca abdicámos de uma feroz independência, sem concessões. Ao mesmo tempo não fomos na onda – o Observador quis ser diferente dos outros órgãos de informação, porque não queremos ser todos iguais, nem pensar todos da mesma maneira, pois não?

Fizemos este caminho passo a passo, contando com os nossos leitores, que todos os meses são mais. E, desde há pouco mais de um ano, com os leitores que são também nossos assinantes. Cada novo passo que damos depende deles, pelo que não temos outra forma de o dizer – se é leitor do Observador, se gosta do Observador, se sente falta do Observador, se acha que o Observador é necessário para que mais ar fresco circule no espaço público da nossa democracia, então dê o pequeno passo de fazer uma assinatura.

Não custa nada – ou custa muito pouco. É só escolher a modalidade de assinaturas Premium que mais lhe convier.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: observador@observador.pt
Politicamente Correto

Se eu tivesse um jornal

Vítor Cunha
259

Talvez não me importe com o que o leitor pensa ou, então, não me importo é com o que a dita intelligentsia pensa de mim, até porque se há coisa que a intelligentsia abdica é de pensar seja o que for.

Polémica

A ostraca /premium

Helena Matos
1.072

Todos, a começar pelo director do Público, teremos a qualquer momento o nosso nome inscrito na lista dos que devem ser banidos. A ditadura das causas exige-o. 

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

Confirme a sua conta

Para completar o seu registo, confirme a sua conta clicando no link do email que acabámos de lhe enviar. (Pode fechar esta janela.)