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Reduzir o poder das ordens no acesso às profissões; diminuir as barreiras à entrada em determinados negócios por via de excesso de regulação ou licenciamentos; tornar mais rápidos os processos de recuperação e insolvência das empresas; melhorar o funcionamento dos tribunais administrativos e fiscais; tornar o mercado de trabalho menos dual e combater a pobreza de forma mais eficaz. Estas são medidas recomendadas pelo Conselho Europeu a Portugal que praticamente não custam dinheiro. As outras conhecemos melhor, exigem dinheiro e são todas as que passam por uma economia mais verde e digital e por um país que contribua também para ser mais resistente a choques futuros.

São estas medidas que não precisam de dinheiro que merecem maior atenção, pelo efeito multiplicador que podem ter no crescimento da economia portuguesa, na era do plano que trará para o país pelo menos 13 mil milhões de euros a fundo perdido no prazo de três anos.

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