Impresa

Prejuízos da Impresa subiram 12,9% no 1.º trimestre para 2,8 milhões de euros

Os prejuízos do grupo Impresa diminuíram 12,9% no primeiro trimestre face a igual período de 2016, para 2,8 milhões de euros, anunciou a dona da SIC, esta quinta-feira.

Os prejuízos do grupo Impresa diminuíram 12,9% no primeiro trimestre.

José Goulão/LUSA

Autor
  • Agência Lusa
Mais sobre

Os prejuízos do grupo Impresa aumentaram 12,9% no primeiro trimestre face a igual período de 2016, para 2,8 milhões de euros, anunciou a dona da SIC, esta quinta-feira.

Em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a Impresa adianta que as receitas consolidadas caíram 5,5% no período em análise para 45,2 milhões de euros, “principalmente pela redução nas rubricas de IVR [chamadas de valor acrescentado], produtos alternativos e publicidade na área do publishing”.

Já as receitas de televisão diminuíram 6,1%, para 34,5 milhões de euros e as de ‘publishing’ recuaram 5,4%, para 10,1 milhões de euros. Por outro lado, as receitas do Infoportugal aumentaram 27,4%, para 569 mil euros.

O resultado antes de impostos, juros, depreciações e amortizações (EBITDA) foi negativo em 656 mil euros, o que compara com 213 mil euros positivos no primeiro trimestre do ano passado.

Os custos operacionais, excluindo amortizações e depreciações, diminuíram 3,7%, para 45,9 milhões de euros, sendo que “esta redução foi beneficiada pela descida dos custos com pessoal, no seguimento da reestruturação efetuada no final de 2016 e ainda pela redução da atividade de multimédia”, e a dívida líquida recuou 1,7% (3,3 milhões de euros), para 191,6 milhões de euros.

No primeiro trimestre, as receitas de publicidade subiram 2% para 24,4 milhões de euros e as relativas à subscrição de canais recuaram 2,1%, para 10,8 milhões de euros, “que resulta da queda no mercado internacional”.

Relativamente às receitas de circulação, estas avançaram 0,4%, para 5,5 milhões de euros, enquanto as outras receitas caíram 39,7%, para 4,4 milhões de euros, “principalmente nas de multimédia e produtos alternativos”.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: observador@observador.pt
ERC

O Imperador vai nu

Luís Reis
260

Carlos Magno usou a majestática influência que o seu nome contém para decidir sozinho em tema da maior gravidade. Infelizmente não o fez como um Carolus Magnus, antes como um autêntico Carolus Parvus.

Só mais um passo

Ligue-se agora via

Facebook Google

Não publicamos nada no seu perfil sem a sua autorização. Ao registar-se está a aceitar os Termos e Condições e a Política de Privacidade.

E tenha acesso a

  • Comentários - Dê a sua opinião e participe nos debates
  • Alertas - Siga os tópicos, autores e programas que quer acompanhar
  • Guardados - Guarde os artigos para ler mais tarde, sincronizado com a app
  • Histórico - Lista cronológica dos artigos que leu unificada entre app e site