Web Summit

Web Summit está “muito alinhado” com estratégia da Microsoft para transformação digital

A diretora-geral da Microsoft Portugal considera que a Web Summit está "muito alinhada com a estratégia" da empresa para a transformação digital.

MIGUEL A. LOPES/EPA

Autor
  • Agência Lusa

A diretora-geral da Microsoft Portugal considera que a Web Summit está “muito alinhada com a estratégia” da empresa para a transformação digital e que o evento em Lisboa “veio dar um empurrão” ao caminho feito por Portugal.

A poucos dias da realização da Web Summit em Lisboa, pelo segundo ano consecutivo, a diretora-geral da Microsoft Portugal, Paula Panarra, falou à Lusa a propósito do tema e disse que a conferência, “na sua missão de, progressivamente, aproximar ‘startups’ de executivos, gestores e clientes, está muito alinhada com a estratégia da própria Microsoft em ajudar os clientes na sua jornada de transformação digital”.

Segundo a responsável, “parte desse caminho é olhar para empresas que estão a desenvolver plataformas ágeis e soluções na ‘cloud’ [nuvem], que ajudam à tomada de decisão – levando isto às pessoas certas, no momento e locais certos”.

No essencial, “procuramos aproximar dois mundos – empresas estabelecidas nas diferentes indústrias e outras novas e disruptivas que estão a repensar soluções com base, regra geral, em tecnologia avançada e maior pendor tecnológico ou de inovação – e colocamo-las em contacto, a trabalhar juntas”, continuou Paula Panarra.

“Procuramos que as ‘startups’ compreendam os desafios que se colocam às empresas nos dias de hoje, e tentamos que as companhias conheçam as soluções que as ‘startups’ estão a desenvolver, o que cria uma alavancagem enorme no nosso mercado como um todo. Isto é, em grande medida, a nossa missão e o trabalho que já desenvolvíamos” e “é também esse o papel de grandes eventos como a Web Summit, que aproximam estas duas audiências”, considerou.

Sendo a Web Summit um evento “de escala global (…), faz eco da nossa atividade como empresa no país e, naturalmente, fá-lo num único local e de forma bastante compreensiva. É um evento ótimo, que espelha bem o ambiente fervilhante de inovação tecnológica e transformação digital que vivemos em Portugal neste momento”, salientou.

Sobre o impacto do evento em Portugal, Paula Panarra considerou ser “inegável” que o país “está a sentir esta valorização do seu potencial, do ponto de vista da atração de investimento estrangeiro, das empresas e a capacidade de retenção de talento”.

Por isso, na área da tecnologia, “a Web Summit veio dar um empurrão a um caminho que já estava a ser feito no país”.

Esta conferência “não é só um evento de tecnologia, ou de digital ou de ‘startups’, é tudo isso. Temos oradores mundiais nas áreas que serão o nosso futuro, como inteligência artificial, realidade aumentada e virtual e segurança”, apontou.

Por isso, “é preciso pensar a inovação tecnológica e a transformação digital de um ponto de vista holístico – todos os desafios que as novas tecnologias colocam às organizações, designadamente do ponto de vista de segurança, e é isso que este evento pode trazer de positivo: massa crítica para uma mentalidade que tem de ser de todos”, salientou.

A edição deste ano conta com o presidente e ‘chief legal officer’ da Microsoft Corporation, Brad Smith, que vai falar “precisamente desse tema”.

Em 2016, “o retorno da iniciativa foi extraordinário para nós: tivemos mais de 500 pessoas a usar o nosso Reactor – o nosso ‘hub de aceleração – e facilitámos mais de 50 reuniões 1:1 [one to one, um para um]. Albergámos ainda cinco eventos de comunidades e 140 ‘startups’ inscritas no Pitch Day, e este ano a expectativa de envolvimento com a comunidade é ainda maior”, disse a diretora-geral.

Relativamente à forma como a Microsoft vê o evento em Portugal, Paula Panarra acrescentou que a empresa representa inovação, sendo “fulcral” a ligação clientes a ‘startups’.

“Globalmente, é um dos eventos-pilar para nós, à medida que revolve em torno do ecossistema de ‘startups’ – e este é o local para se estar, na Europa, se se procuram ‘startups’, ‘venture capitalists’, governos, aceleradores e incubadoras”, avançou.

Para a Microsoft Portugal, a Web Summit em Lisboa “ajuda a dar palco às equipas de inovadores e ao ecossistema como um todo – a partir de uma posição única e privilegiada”.

Ou seja, “dá-nos ainda a oportunidade de nos aproximarmos de clientes, apresentando-lhes soluções de ‘startups’ de toda a Europa, por forma a ajudar a resolver os problemas e desafios que ambos enfrentam”, disse.

A Microsoft Portugal irá ter 20 ‘startups’ Microsoft – duas das quais portuguesas – nesta edição e ainda um ‘stand’ no espaço da Web Summit, “com uma agenda ambiciosa para os três dias”.

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