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Explicador

12 questões para perceber a “revolta” dos taxistas contra a Uber

28 Abril 2016215
Ana Pimentel

Mas o que argumentam os taxistas?

Pergunta 5 de 12

Os taxistas centraram a argumentação inicial em três aspetos: as licenças que são obrigados a pagar, e que dizem que a Uber não paga; a formação que os profissionais do táxi são obrigados a ter, e que dizem que os motoristas da Uber não têm; além dos impostos que têm de pagar.

Esta semana, o presidente da Federação Portuguesa de Táxi veio dizer que a “plataforma da Uber não é ilegal”, mas que quem presta os serviços através da plataforma (como empresas de animação turística ou de rent-a-car), sim. Para Carlos Ramos, estes parceiros estão numa situação ilegal”, porque “não há licenças, não há alvarás, não há autorizações”, quando deveriam “cumprir com as regras aplicadas a todos os transportadores”.

Além de argumentar que as viaturas que prestam serviço para a Uber “não estão licenciadas para o efeito”e que desconhece que reúnam “as condições estabelecidas para transportarem passageiros”, também refere que “os seguros não estão da forma como a lei exige e o motorista não tem formação”.