Uma conhecida metáfora para uma tarefa irrealizável consiste em esvaziar o mar com um copo de água. As piscinas oceânicas não estão no mesmo nível de impossibilidade — até porque existem — mas são o mais perto que pode haver de agarrar o oceano.

Cheias de água salgada e às vezes tão perto da praia que estão entaladas nas rochas, não têm ondas mas têm pranchas de saltos, balneários e espreguiçadeiras. Não dão para fazer castelos de areia mas, em tempo de marés vivas — ou em zonas de mar agitado — são uma bela opção para garantir que a expressão “ir a banhos” passa mesmo por dar alguns mergulhos.

Em fotogaleria estão oito exemplos que vão de Sintra à Madeira.