Web Summit

Bilbau, Madrid e Valência são candidatos a receber Web Summit a partir de 2019

Segundo o Ministério da Indústria, Turismo e Comércio espanhol estas três cidades competem com Londres, Paris, Berlim, Dubai, Hamburgo e Munique. A decisão será conhecida no final de agosto.

STR/EPA

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  • Agência Lusa

O Governo espanhol revelou esta quinta-feira as candidaturas de Bilbau, Madrid e Valência para ser, a partir de 2019, a sede da Web Summit, um dos maiores encontros de empresas tecnológicas, que se realiza em Lisboa, pelo menos, até 2018.

Segundo um comunicado de imprensa do Ministério da Indústria, Turismo e Comércio espanhol estas três cidades competem com Londres, Paris, Berlim, Dubai, Hamburgo e Munique, esperando-se que a decisão sobre o local escolhido para a edição de 2019 seja conhecida em finais de agosto.

“O Governo apoia as três candidaturas para trazer para Espanha o maior congresso europeu de tecnologia digital”, segundo a informação à imprensa, acrescentando o “empenho total e apoio institucional” do executivo. Madrid sublinha que o país se pode converter numa “referência mundial nas novas tecnologias” visto que já acolhe o Mobile World Congress anualmente em Barcelona.

A edição de 2018 do Web Summit realiza-se entre 5 e 8 de novembro em Lisboa, onde são esperadas mais de 70 mil visitantes de 170 países, segundo a organização, que tem referido que o valor estimado do evento é de 300 milhões de euros por ano para Lisboa e a sua economia local.

Segundo os organizadores da conferência tecnológica, na segunda edição do evento em Portugal, em 2017, participam 59.115 pessoas de 170 países, entre os quais mais de 1.200 oradores, duas mil startups, 1.400 investidores e 2.500 jornalistas acreditados.

A cimeira tecnológica, de inovação e de empreendedorismo nasceu em 2010 na Irlanda onde decorreram as seis primeiras edições antes de se ter mudado em 2016 para Lisboa por três anos, com possibilidade de mais dois de permanência. Para a edição do outono de 2019, “os organizadores procuram alternativas que possam receber um congresso que cresce de ano para ano”, considera o executivo espanhol.

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