O ecofestival Salva a Terra, de dia 27 a 30, em pleno Parque Natural do Tejo Internacional, doará as receitas aos Centros de Recuperação de Animais Selvagens da Quercus, foi esta segunda-feira anunciado.

As receitas da quinta edição deste festival bienal que decorre em Idanha-a-Nova, no distrito de Castelo Branco, revertem para os Centros de Estudo e Recuperação de Animais Selvagens da associação ambientalista Quercus.

O ecofestival Salva a Terra, já considerado o mais ecológico dos festivais portugueses, regressa de 27 a 30 de junho a Salvaterra do Extremo, em pleno Parque Natural do Tejo Internacional, concelho de Idanha-a-Nova”, refere, em comunicado, a Câmara de Idanha-a-Nova.

Durante quatro dias, são vários os artistas e espetáculos que vão passar pelos quatro palcos do festival (Terra, Pelourinho, Lusco-Fusco e Igreja).

Decorrem ainda outras iniciativas, como oficinas, cinema, teatro, passeios pedestres, educação ambiental, conferências, bailes, animação de rua, entre outras atividades.

“O cartaz musical do Salva a Terra 2019 traz uma imperdível partilha de culturas e sonoridades. Presença de destaque para o Brasil (Tyaro) e a Geórgia (Gacha Bakradze), mais precisamente Tbilisi, cidade parceira de Idanha-a-Nova no Club de Estrasburgo”, lê-se no documento.

Para o dia 27, estão confirmados concertos de Tiago Pereira & Sílvio Rosado e dos Milo ke Mandarini.

Kabeção, Palankalama, Trio Madrigali, Bairro do Samba, Espírito Nativo, Tyaro e Gacha + Kabeção (Special Guest) vão marcar presença no festival no dia 28 e, no dia seguinte, o Salva a Terra apresenta concertos de Vasco Ramalho, Mano a Mano, Cardo Roxo, Ana Pinhal, Olokum + Projeto Sementinha, Terra Livre e DJ Tupimambo.

O evento é organizado pela associação ambientalista Quercus, União de Freguesias de Monfortinho e Salvaterra do Extremo e pelo município de Idanha-a-Nova.