É uma crítica recorrente do Tribunal de Contas e vem agora reforçada numa altura em que o Governo fez aprovar no Parlamento o Mais Habitação. O inventário do património imobiliário do Estado está “muito incompleto”. Até pelas fragilidades do sistema de informação existente, diz o Tribunal de Contas.

No parecer à conta geral do Estado de 2022, o Tribunal de Contas alerta para a deficiência de informação existente. A Estamo passou em 2023 a ser a entidade responsável por gerir essa informação e elaborar e gerir um inventário único. Até 2023 a função era da DGTF.

A conta geral do Estado identifica 27.475 imóveis no sistema de informação de imóveis do Estado — 19.717 do tipo edificado e 7.758 de terrenos. Desse total, 5.862 têm registos incompletos.

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