O ministro da Educação, apoiante declarado de Pedro Nuno Santos, defende que se o candidato à liderança do PS vencer as eleições legislativas de março, quererá “dar continuidade ao caminho que foi iniciado em 2015” de “devolução de rendimentos”, admitindo que tal possa passar pela recuperação do tempo de serviço dos professores, se houver capacidade orçamental. Até aqui, o ministro tinha vindo a recusar ceder a esta exigência dos sindicatos.

“Se houver uma gestão, que espero venha a ser liderada por Pedro Nuno Santos enquanto primeiro-ministro, que, em termos de opções orçamentais, consiga dar resposta a isto — como ele diz na sua moção — no quadro de todas as carreiras da administração pública que têm tempo para recuperar, obviamente que fico muito contente e mais contentes ainda ficarão os professores“, afirmou, em entrevista à Renascença.

Reconhecendo que a reivindicação dos professores de recuperar integralmente o tempo de serviço é “justa” e “legítima”, João Costa diz que não houve uma cedência total aos professores nesta matéria por motivos orçamentais.

Este artigo é exclusivo para os nossos assinantes: assine agora e beneficie de leitura ilimitada e outras vantagens. Caso já seja assinante inicie aqui a sua sessão. Se pensa que esta mensagem está em erro, contacte o nosso apoio a cliente.