1240,9kWh poupados 1240,9 kWh poupados com a
i

A opção Dark Mode permite-lhe poupar até 30% de bateria.

Reduza a sua pegada ecológica.
Saiba mais

Netanyahu descreve aliança com Trump como "muro de granito" e quer desafiar Mamdani em Nova Iorque: "Vou falar a verdade"

Após “uma das melhores reuniões” com Trump, o primeiro-ministro israelita confirmou presença na ONU em setembro em Nova Iorque e mostrou-se cético quanto a acordo com o Irão.

O primeiro-ministro israelita deu uma entrevista à FOX News depois da reunião com Donald Trump
i

▲O primeiro-ministro israelita deu uma entrevista à FOX News depois da reunião com Donald Trump

▲O primeiro-ministro israelita deu uma entrevista à FOX News depois da reunião com Donald Trump

Logo depois das cerimónias fúnebres do senador republicano Lindsey Graham, e horas após uma reunião que descreveu como “uma das melhores que já teve com o amigo Trump”, Benjamin Netanyahu sentou-se com outro amigo, o apresentador da Fox News, Sean Hannity — a quem o primeiro-ministro israelita elogia e diz ter “envelhecido como um bom vinho”. Nesta entrevista, diz que a aliança de Israel com os EUA é forte como “um muro de granito”; mostra-se cético quanto a um acordo com o Irão, garantindo que o objetivo neste conflito “vai ser atingido, seja por vias diplomáticas ou outras“; e confirma que vai à Assembleia Geral da ONU em Nova Iorque, sem esconder o desejo de um frente a frente com Zohran Mamdani.

Sobre as ameaças do autarca de Nova Iorque, Zohran Mamdani, que afirmou várias vezes durante a campanha eleitoral que pretendia cumprir o mandado de prisão do Tribunal Penal Internacional contra o primeiro-ministro, na ocasião da próxima Assembleia Geral da ONU, marcada para setembro — apesar de recentemente ter reconhecido não ter autoridade para o fazer — Netanyahu diz que não tem medo. “Primeiro de tudo, eu vou a Nova Iorque. Adoraria vê-lo quando eu for para a (Assembleia Geral) ONU em setembro”, diz ao apresentador Sean Hannity. “Vou falar a verdade diante desse político eleito que espalha ódio”, disse então o primeiro-ministro israelita. “Está a colocar um grupo de nova-iorquinos contra o outro. Contra os judeus de Nova Iorque. Quer dizer, estamos na década de 1930? Tanto ódio. Tantas mentiras.”

Sobre o tema, Netanyahu repetiu as críticas feitas a Karim Khan e ao TPI, afirmando que o mandado é “a grande mentira” e que o TPI é uma “instituição corrupta”. Questionado sobre se pensa sobre os riscos quando está em viagem, no caso de precisar de aterrar num país que reconhece o mandado do TPI, Netanyahu assume: “Penso sobre isso. Tenho forças especiais a cuidar disso”, afirma, sem entrar em detalhes. No passado, registos de voo do primeiro-ministro israelita já revelaram que Netanyahu costuma desviar e não sobrevoar países da Europa, que reconhecem a autoridade do TPI.

▲ Netanyahu falou com Sean Hannity, a quem conhece há 30 anos, e diz "ter envelhecido como um bom vinho"

A polémica com Mamdani foi abordada já no final da entrevista, que se focou nas relações entre EUA e Israel. Depois de referir Lindsey Graham como um “apoiante dos aliados de Israel porque acreditava que a segurança de Israel e dos EUA estão alinhadas”, Netanyahu reafirmou a aliança entre os dois países. “Se combinamos as nossas forças, nada pode ficar no nosso caminho”, disse o primeiro-ministro israelita, que se mostrou feliz com a reunião desta terça-feira na Casa Branca. “Foi uma das melhores reuniões que já tivemos”, disse Netanyahu. “Não gosto de desapontar os críticos que tentam encontrar ruturas na nossa aliança”, assinala, afirmando que “o que acabam por encontrar, como é o caso de hoje, é um muro de granito”.

Netanyahu reforça que EUA e Israel têm os mesmos objetivos. “Não queremos ver este regime fanático do Irão a ter armas nucleares, para ameaçar qualquer norte-americano, a paz mundial, e a existência de Israel”, diz o primeiro-ministro, que acredita que tal meta “será atingida”.

Contudo, assume-se “cético” em relação a um acordo com o Irão, quando questionado sobre se acredita que “há grupos moderados que querem o melhor para o Irão”. “A única forma de alcançar (um acordo) é o Irão reconhecer estas várias facções”, assinala Netanyahu, que diz que há grupos no país que “desvalorizam a força” de Israel e “jogam” com o Presidente dos EUA. “Acho que o Presidente (Trump) está absolutamente ciente disso, e respeito-o muito por isso”. Sobre a retoma de ataques recentes na região, Netanyahu é direto: “Se somos atacados, responderemos com toda a força”.

Ofereça este artigo a um amigo

Enquanto assinante, tem para partilhar este mês.

A enviar artigo...

Artigo oferecido com sucesso

Ainda tem para partilhar este mês.

O seu amigo vai receber, nos próximos minutos, um e-mail com uma ligação para ler este artigo gratuitamente.

O seu plano não inclui a oferta de artigos

Para poder oferecer artigos aos seus amigos, faça upgrade para um plano de subscrição superior.

Ofereça até artigos por mês ao ser assinante do Observador

Partilhe os seus artigos preferidos com os seus amigos.
Quem recebe só precisa de iniciar a sessão na conta Observador e poderá ler o artigo, mesmo que não seja assinante.

Este artigo foi-lhe oferecido pelo nosso assinante . Assine o Observador hoje, e tenha acesso ilimitado a todo o nosso conteúdo. Veja aqui as suas opções.

Atingiu o limite de artigos que pode oferecer

Já ofereceu artigos este mês.
A partir de 1 de poderá oferecer mais artigos aos seus amigos.

Aconteceu um erro

Por favor tente mais tarde.

Atenção

Para ler este artigo grátis, registe-se gratuitamente no Observador com o mesmo email com o qual recebeu esta oferta.

Caso já tenha uma conta, faça login aqui.