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Cinco moções palavrosas de cinco candidatos a uma cadeira que foi deixada em mau estado depois de uma derrota eleitoral traumatizante e com consequências visíveis na bancada parlamentar que, se ainda não voltou a caber num táxi, já facilmente se encaixa num UberXL. Aliás, há tantos candidatos à liderança do CDS como deputados do partido sentados no Parlamento nesta legislatura. De forma mais ou menos clara, praticamente todos eles apontam falhas à anterior direção na gestão das últimas eleições. E apontam com também mais ou menos clareza a necessidade de voltar a valores-base democratas-cristãos.

Fomos ler as mais de 250 páginas (no total) de propostas e ideias das cinco moções de estratégia global apresentadas por João Almeida, Francisco Rodrigues dos Santos, Abel Matos Santos, Filipe Lobo d’Ávila e de Carlos Meira. Deixámos-lhe aqui o quer cada um dos candidatos à liderança do CDS nas áreas mais centrais.

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