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O jeito para a informática quase sempre esteve lá. Chegou a um ponto em que Rui Pinto, quando andava apenas no 7.º ano, teve de ser proibido de mexer nos poucos computadores que, na altura, estavam disponíveis para os alunos da Escola Básica Soares dos Reis. É que, em algumas ocasiões, era lá que optava por pôr à prova a sua “habilidade de mexer nos sistemas e descobrir passwords” da escola. José Parreira, antigo professor de História do 3.º ciclo, é quem recorda este episódio. Do gaiense, além do gosto pela tecnologia, ficou ainda com a imagem de um rapaz de “ar miudinho”, “sempre rodeado pelos colegas, atento, perspicaz e com uma assertividade muito forte”.

Rui Pinto, um aluno de nota 5 a História que não perdia uma boa oportunidade para debater, começou por ser o “Simpson” — uma alcunha dos tempos de escola por causa do cabelo espetado que já o caracterizava na altura. O cabelo manteve-se praticamente igual, mas a alcunha mudou. Passou, por volta do 3.º ciclo, a “Sony”, por saber muito sobre tecnologia, incluindo telemóveis. “Era ele quem trazia as informações sobre tudo o que havia de novo a nível tecnológico para os colegas. Até ao nível dos telemóveis, os miúdos perguntavam-lhe tudo o que era novidade. Ele sabia de tudo”, conta ao Observador José Parreira.

"Era ele quem trazia as informações sobre tudo o que havia de novo a nível tecnológico para os colegas. Até ao nível dos telemóveis, os miúdos perguntavam-lhe tudo o que era novidade. Ele sabia de tudo"
José Parreira, antigo professor de História de Rui Pinto

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