Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Bom dia. Este liveblog fica por aqui, mas pode continuar a acompanhar as últimas notícias sobre a guerra na Ucrânia aqui. Obrigada.

  • Wagner. Ida de Prigozhin para a Bielorrússia é "exílio"

    A análise às negociações das últimas horas entre Kremlin e Wagner. Para Diana Soller, Yevgeny Prigozhin “mudou o curso da guerra”: “Mostrou que Putin não é um líder absolutamente incontestado”.

    Ouça aqui a análise na íntegra de Diana Soller, especialista em assuntos internacionais:

    Wagner. Ida de Prigozhin para a Bielorrússia é “exílio”

  • Populares aplaudem Prigozhin e soldados do grupo Wagner que abandonam Rostov-do-Don

    Soldados do grupo Wagner aplaudidos no momento em que abandonam Rostov-do-Don, cidade que o grupo Wagner tomou no sábado de manhã durante o processo de rebelião que esteve em curso — e que tinha Moscovo como destino final.

    Num dos vídeos que estão a ser partilhados nas redes sociais é possível ver Prigozhin a abrir o vidro do carro onde seguia e a cumprimentar alguns populares que se aproximam.

  • Rebelião Wagner. "Dia de hoje indicia fraqueza do regime russo e do poder de Putin"

    A ex-eurodeputada socialista Ana Gomes diz que é “uma questão de tempo” até haver uma “implosão de poder na Rússia”. Fala ainda sobre o “perigo para a humanidade” de um eventual confronto interno.

    Ouça aqui a análise:

    Rebelião Wagner. “Dia de hoje indicia fraqueza do regime russo e do poder de Putin”

  • Prigozhin e mercenários do grupo Wagner abandonam quartel-general de Rostov

    Yevgeny Prigozhin e os mercenários do grupo Wagner abandonaram o quartel-general de Rostov, avança a agência de notícias russa RIA.

    Yevgeny Prigozhin deverá deslocar-se agora para a Bielorrússia.

  • Kremlin anuncia fim da operação contraterrorismo

    O Kremlin acaba de anunciar que vai terminar a operação contraterrorismo em vigor desde ontem, dia em que começou uma rebelião militar.

  • Prigozhin vai viver para a Bielorrússia, diz Kremlin, que admite mudanças nas chefias militares russas

    O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, avançou hoje que, os termos das negociações dão conta que Yevgeny Prigozhin, o líder do grupo Wagner, vai viver para a Bielorrússia.

    De acordo com a agência de notícias RIA, o responsável da presidência russa confirmou que o caso criminal aberto em nome de Yevgeny Prigozhin não terá efeitos práticos. Não haverá, igualmente, qualquer processo judicial em nome de todos aqueles que participaram na rebelião.

    Questionado sobre mudanças nas chefes militares russas, Dmitry Peskov disse que isso é competência do Presidente da Rússia, Vladimir Putin, mas é “provável” que isso possa ter sido discutido “durante as negociações” entre Alexander Lukashenko e o líder do grupo Wagner que terminaram com a rebelião dos mercenários.

    Ainda assim, Dmitry Peskov sublinhou que não “sabe” se haverá essas mudanças.

    Para além disso, Dmitry Peskov referiu que o Presidente russo esteve o “dia todo no Kremlin”, rejeitando as alegações de que teria fugido para São Petersburgo.

  • Como é que um grupo de mercenários infligiu o maior ataque à autoridade de Putin em 20 anos

    Grupo de mercenários que bloqueou Moscovo tem influência em vários cenários de guerra internacionais e alegam ser mais de 25 mil paramilitares. Yevgeny Prigozhin, o líder, foi cozinheiro de Putin.

    Como é que um grupo de mercenários infligiu o maior ataque à autoridade de Putin em 20 anos

  • "Coesão e unidade." Depois de recuo de Prigozhin, Ministério da Defesa russo reage com uma imagem no Telegram

    Depois das notícias do recuo de Yevgeny Prigozhin, o Ministério da Defesa russo, a quem o líder do grupo Wagner se opõe, publicou uma imagem na sua conta do Telegram com a mensagem “coesão e unidade”.

  • Lukashenko falou ao telefone com Putin e comunicou-lhe os detalhes das negociações com o grupo Wagner

    O Presidente da Bielorrússia, Alexander Lukashenko, que esteve em contacto com o líder do grupo Wagner, Yevgeny Prigozhin, falou ao telefone com o seu homólogo russo, Vladimir Putin, sobre os contornos das negociações.

    De acordo com a agência de notícias russa RIA, na conversa, o Chefe de Estado da Bielorrússia detalhou ao homólogo russo os requisitos do grupo Wagner para terminar com a rebelião da milícia privada.

    Para além disso, o Presidente da Rússia agradeceu ao seu homólogo bielorrusso pelo trabalho realizado.

  • Grupo Wagner. "Vladimir Putin sai enfraquecido desta novela e a Ucrânia fica moralizada"

    Para o major-general Isidro Morais Pereira, o recuo de Prigozhin resulta de um “negócio” com a Bielorrússia. E não tem dúvidas: “Vladimir Putin sai enfraquecido”. Ucrânia? “Ganha moral.”

    Ouça aqui a análise:

    Grupo Wagner. “Vladimir Putin sai enfraquecido desta novela e a Ucrânia fica moralizada”

  • Caso aberto pela procuradora-geral russa contra Prigozhin deve cair, avança imprensa russa

    Como requisitos para o fim da rebelião do grupo Wagner, a imprensa russa está a avançar que houve três exigências em cima da mesa:

    1. Caso aberto pela procuradora-geral russa contra Prigozhin deve cair.
    2. Os combatentes do grupo Wagner que participaram na guerra na Ucrânia terão imunidade legal.
    3. O parlamento russo discutirá a situação do Grupo Wagner.

  • Grupo Wagner estará a abandonar Rostov-on-Don

    O grupo Wagner está neste momento a abandonar a localidade de Rostov-on-Don, ocupada desde ontem por mercenários do grupo Wagner, noticia a agência de notícais russa TASS.

  • Ucrânia acredita que rebelião russa foi "janela de oportunidade" para novas ofensivas ucranianas

    O Ministério da Defesa da Ucrânia anunciou hoje avanços em várias direções da frente leste, no âmbito da ofensiva contra as forças de Moscovo.

    Segundo a vice-ministra da Defesa, Hanna Maliar, a ofensiva dirige-se simultaneamente “em várias direções”, inclusive em direção à cidade de Bakhmut, enquanto o lado russo prossegue intensos bombardeamentos contra as tropas ucranianas.

    Maliar, citada pelo portal Ukrinform, referiu-se à rebelião do grupo mercenário Wagner na Federação Russa como “uma janela de oportunidade” para a Ucrânia que provaria “a inevitável degradação do Estado russo”.

  • Zelensky reage ao alegado recuo dos Wagner: "Hoje o mundo viu que os chefes da Rússia não controlam nada"

    À semelhança do conselheiro ucraniano, Volodymyr Zelenksy acredita que o mundo “hoje viu que os chefe da Rússia não controlam nada. Ninguém. Caos completo. Ausência completa de qualquer previsibilidade”.

    Na sua conta pessoal no Twitter, Volodymyr Zelensky disse que o mundo não “deve ter medo” da Rússia. E que a Ucrânia será o país responsável de “proteger a Europa das forças russas e não importa quem é que as comanda”.

    “Nós vamos prometer”, garantiu Volodymyr Zelenksy, indicando que o flanco leste da Europa apenas “depende da defesa” do páis. É por isso é que necessário, frisa o Presidente da Ucrânia, os caças F-16.

  • Após alegado recuo dos Wagner, conselheiro de Zelensky diz que Prigozhin é agora o "principal pesadelo de Putin"

    O conselheiro da presidência ucraniana, Mykhailo Podolyak, já comentou o alegado recuo do grupo Wagner. Na sua conta pessoal do Twitter, e traçando os “perfis psicológicos” dos participantes do conflito, o responsável diz que Putin nunca foi um “macho alfa”.

    “Durante toda a sua vida, Putin foi um homem normal, cinzento e medroso. Quando era criança, foi insultado por bullies e […] quis-se vingar-se com denúncias e maldades”, expõe Mykhailo Podolyak.

    Ora, Prigozhin é agora o “principal pesadelo de Putin”. “Ele é o tipo durão e é um buller do recreio (mas também é um homem cruel)”, escreveu o conselheiro da presidência ucraniana, acrescentando que o líder da mílicia paramilitar nunca “respeitou” o Presidente Putin.

    “Os discursos e apelos raivosos de Putin hoje não têm efeito sobre os rebeldes. O Putin nunca vai contar com eles. Eles [os rebeldes] querem devorá-lo”, concluiu o conselheiro da presidência ucraniana.

  • Biden conversou com líderes de França, Alemanha e Reino Unido sobre a Rússia

    Biden conversou com Macro, Scholz e Sunak. “Os líderes falaram sobre a situação na Rússia. Afirmaram o seu apoio inabalável à Ucrânia”, adiantou a Casa Branca num breve comunicado.

    Biden conversou com líderes de França, Alemanha e Reino Unido sobre a Rússia

  • Prigozhin vai interromper o movimento dos combatentes rumo a Moscovo

    De acordo com o presidente bielorrusso, Alexander Lukashenko,
    Prigozhin terá concordado em interromper o movimento dos combatentes rumo a Moscovo.

    O líder da organização paramilitar, que esteve reunido este sábado com o chefe de Estado bielorrusso, já veio confirmar a informação através de uma mensagem de áudio na rede social Telegram, indicando que deu a ordem aos mercenários para regressarem às bases por causa do “risco de sangue ser derramado”.

  • Sandra Dias Fernandes: "Situação que se vive na Rússia é surreal"

    A professora da Universidade do Minho, Sandra Dias Fernandes diz que “não parece estar em curso um golpe de estado tradicional” mas sim “uma tentativa de mudar as chefias militares”.

    [Ouça aqui as declarações da professora Sandra Dias Fernandes]

    Sandra Dias Fernandes: “Situação que se vive na Rússia é surreal”

  • Eventos públicos na região de Moscovo cancelados até 1 de julho

    Todos os eventos públicos na região de Moscovo foram cancelados até 1 de julho, anunciaram as autoridades russas, informa o The Guardian.

    O anúncio surge poucas horas depois de o autarca da capital russa, Sergei Sobyanin, ter pedido à população para não ir trabalhar na segunda-feira, descrevendo a situação como “difícil”.

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