Tem acesso livre a todos os artigos do Observador por ser nosso assinante.

O Presidente russo, Vladimir Putin, perdeu uma grande oportunidade para bater Joe Biden aos pontos, ao não responder à acusação de “assassino” com o anúncio dos nomes dos mandantes e executores do assassinato e do envenenamento de conhecidos líderes da oposição e de jornalistas russos. Em vez disso, foi desenterrar a acusação soviética de que “na América lincham os negros”.

É do conhecimento geral que as relações russo-americanas estão a atravessar um dos períodos mais complicados da sua história, mas não há memória de que um dirigente norte-americano tenha chamado assassino a um líder russo. A actual guerra entre a Casa Branca e o Kremlin faz lembrar a “Crise das Caraíbas” de 1962, mas, por enquanto, a nível verbal.

Este artigo é exclusivo para os nossos assinantes: assine agora e beneficie de leitura ilimitada e outras vantagens. Caso já seja assinante inicie aqui a sua sessão. Se pensa que esta mensagem está em erro, contacte o nosso apoio a cliente.