E depois da Flotilha? É o adeus? É o ficarmos sós e bem desacompanhados desta canalha de fãs do terrorismo? Nada disso! Alguma vez?! Não, logo após a miserável flotilha, as forças islamoesquerdistas dobram a parada, com manifestações, em várias cidades, a glorificar o massacre de judeus a 7 de Outubro de 2023.

O que me leva à primeira de várias perguntas, que farão desta crónica uma espécie d’ O Grande Livro de Perguntas e Respostas de Charlie Brown, se o Charlie Brown fosse um indivíduo de dois terços de idade a contemplar o que — à falta de perspectiva mais optimista — se assemelha à queda da maior civilização da História. E sem a parte das respostas. De resto é igualzinho.

Sendo a deputada Mariana Mortágua uma das grandes mentoras — espiritual, no mínimo — destas manifestações que celebram o maior massacre de judeus desde o Holocausto, dá para me avisarem quando vos parecer que já faz sentido considerá-la nazi? Obrigado.

E se, como parece óbvio, o activismo político de Mariana Mortágua foi mesmo financiado por um grupo terrorista, podemos admitir que haja, na Assembleia da República, tantos deputados apoiados pelo Bloco de Esquerda como pelo Hamas?

Apoiando a deputada Mariana Mortágua a causa do Hamas, e tendo essa causa como ponto único dos trabalhos eliminar todos os judeus à face da terra, a juntar ao nacional-socialismo, não seria apropriado considerar a deputada Mariana Mortágua também racista?

A propósito de racismo. No século VII havia zero países islâmicos. Hoje há cerca de 50. O que indicia que boa parte do mundo foi colonizado pelo Islão. Para a deputada Mariana Mortágua, esta colonização não entra para as contas das justas revoltas, reivindicações e reparações devidas aos povos colonizados?

Em Gaza, há ainda seis pessoas entre os reféns do Hamas que têm nacionalidade portuguesa. Tendo estas seis pessoas dupla nacionalidade, considera a deputada Mariana Mortágua que são mais ou menos portuguesas do que um grupo de, por exemplo, marroquinos, que desembarque amanhã em Vila do Bispo e ao qual a deputada do Bloco de Esquerda exige que sejam garantidas casa, saúde e educação?

Dizem os ativistas portugueses detido pelas Forças de Defesa de Israel, que passaram “fome e sede”, foram “algemados” e estiveram “várias horas em jaulas ao sol”. Servirá este suplício de intermináveis dois dias inteirinhos para que Mariana Mortágua se condoa, ou pelo menos refira, ou quem sabe até, lamente, os reféns do Hamas, em cativeiro há dois anos?

Depois de intercepção dos elementos da provocatória, inconsequente e patética flotilha, a deputada Mariana Mortágua aludiu ao facto de haver membros da corja sem água há 48 horas, quando haviam sido detidos, no máximo, há 36 horas. Além desta capacidade inata para a aldrabice e, claro, do obrigatório anti-semitismo, que outros atributos procura o Bloco de Esquerda ao recrutar candidatos a deputados?

E a ajuda humanitária? Que foi feito da imprescindível ajuda humanitária que seguia na flotilha e sem a qual nenhuma criança em Gaza sobreviveria mais 10 minutos? Porque é que, a partir do momento em que foram abordados pelas Forças de Defesa de Israel, nunca mais, em momento algum, se escutou a preocupação de quem quer que fosse na flotilha relativamente ao destino da preciosa ajuda humanitária que “levavam”?

E os variados ataques com drones israelitas? Não puserem em risco a vida dos elementos da flotilha? Não eram um bárbaro ataque aos direitos humanos? Porque motivo, agora de volta aos seus países, nenhum dos elemento da flotilha exige repostas a esta clara violação das leis internacionais? Onde está a queixa nas Nações Unidas? Porque não está o Guterres em ebulição com isto, agora que o clima “em ebulição” cedeu o tempo de antena à prioridade que é condenar Israel à extinção?

E onde anda o PAN? A Greta Thunberg não denunciou que a cela em Israel estava “infestada de percevejos”? Que mal fizeram os percevejos, que estavam sossegados no seu canto, para serem sujeitos à sevícia do convívio com os protagonista da flotilha? Pelos vistos, os desgraçados dos percevejos são mesmo o fim de linha. Atrás, só os judeus.