São contradições a mais.

Nos últimos dias em Portugal pediu-se ao governo mão firme face a “Bruxelas”, em defesa da agricultura portuguesa. Já antes, aquando da apresentação da proposta do Quadro Financeiro Plurianual (QFP) pela Comissão europeia foi muito criticada a redução substancial dos recursos destinados à política de coesão (os Fundos Estruturais).

Ora é paradoxal, uma verdadeira quadratura do círculo, que se reduza o orçamento europeu exigindo à União Europeia que continue a gastar o mesmo nas políticas tradicionais e invista em novas áreas, como o controlo fronteiriço, migrações, segurança, defesa, inovação, transformação digital, mobilidade jovem, acções externas, agricultura e coesão.

É impossível.

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