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Na última Sexta-Feira, no seu espaço de comentário na SIC-N, o Dr. Louçã dedicou o momento Zen a mostrar um vídeo no qual Aline Beuvink, deputada à Assembleia Municipal de Lisboa eleita pelo PPM, criticava a recusa dos deputados de extrema-esquerda em aprovarem um voto de saudação pela deliberação do Parlamento Europeu, no qual este equiparava o Comunismo ao Nazismo. Na sua intervenção, Beuvink, deputada municipal de origem ucraniana, dizia que houve fome e canibalismo na Ucrânia durante o Holodomor. No seu tom habitual de escárnio e ironia, Louçã afirmou então que “alguns sectores da direita acreditam mesmo nas suas lendas mais sanguinolentas”, recebendo um risinho cúmplice do jornalista.

É lamentável, mas não surpreendente, que Louçã, um membro do Conselho de Estado, continue com a impunidade de sempre a espalhar mentiras. Qualquer pessoa que tenha tido a felicidade de viver para lá de Badajoz, o que manifestamente não aconteceu com o Dr. Louçã, sabe que, na Europa civilizada, os crimes contra a humanidade cometidos em nome da construção do Socialismo são hoje factos estabelecidos equiparados ao Nazismo. Infelizmente para todos nós, o Dr. Louçã nunca saiu da paróquia, fazendo toda a sua carreira política e académica ali na D. Carlos I, entre o ISEG e a Assembleia da República.

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