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Um ano depois, os líderes europeus parecem ter aprendido muito pouco. Um ano passado, os erros cometidos na gestão da pandemia são réplicas do que se fez de mal no começo disto tudo, em Março de 2020.

Nenhum governo pode seriamente ser condenado por não ter previsto que uma pandemia como a que estamos a viver ia acontecer. Pode-se argumentar que vários especialistas tinham antecipado que um dia aconteceria, mas ninguém estava verdadeiramente à espera ou preparado. O mais parecido com isso foi a experiência de vários países asiáticos. De resto, todas as teses esdrúxulas sobre como regimes autoritários ou governos liderados por mulheres respondiam melhor que os restantes fazem hoje parte do triste anedotário deste ano horrível. Esperava-se, no entanto, que um ano passado os erros cometidos agora fossem, pelo menos, diferentes. Não são.

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