Terá início na próxima segunda-feira, 25 de Junho, a 26ª edição anual do Estoril Political Forum, promovido pelo Instituto de Estudos Políticos da Universidade Católica. Não seria possível dar aqui conta da variedade temática dos cerca de vinte painéis, dois almoços e três jantares-debate que ocorrerão entre a tarde de segunda-feira e a noite de quarta, no clássico Hotel Palácio do Estoril. Nem seria possível referir os nomes dos mais de cem oradores, nacionais e internacionais, que confirmaram a sua participação (para além dos cerca de 500 já inscritos como auditores).

Mas vale talvez a pena referir o tema geral do Encontro, que estará presente ou subjacente a cerca de doze dos vinte painéis: “Patriotismo, Cosmopolitismo e Democracia”.

Os promotores do evento, uma equipa internacional de académicos ancorada em Lisboa, explica na abertura do programa que propositadamente quis evitar a “dicotomia infeliz” entre nacionalismo e internacionalismo. Essa dicotomia parece ser hoje uma das origens da rivalidade tribal entre acérrimos defensores de um nacionalismo isolacionista, por um lado, e acérrimos defensores de um internacionalismo supranacional, por outro.

O Encontro do Estoril propõe-se evitar essa dicotomia infeliz. E propõe-se proporcionar um debate civilizado sobre a tensão criativa entre “patriotismo e cosmopolitismo” — bem como sobre o contributo de ambos para as democracias modernas.

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