Cinema

Cinco filmes para ver nos últimos dias de IndieLisboa

O Indie 2017 acaba no domingo, mas ainda há bastantes filmes para ver nestes últimos dias do festival. Eurico de Barros seleccionou cinco títulos muito variados, três ficções e dois documentários.

Autor
  • Eurico de Barros

“Femmes femmes”

de Paul Vecchiali

De um dos Heróis Independentes da edição deste ano, o francês Paul Vechialli, um filme de 1974 sobre duas atrizes frustradas que transformam as suas vidas num teatro permanente. Entre a sátira e o melodrama, “Femmes femmes” foi rodado em 16mm dentro do mesmo apartamento, com toda a gente a trabalhar de graça e recorrendo muito à improvisação. (Cinemateca, hoje, sexta, 21h30)

“Amor Amor”

de Jorge Cramez

Dez anos depois da sua primeira longa-metragem, “Capacete Dourado”, Jorge Cramez propõe “Amor Amor”, de que foi também argumentista, com Edmundo Cordeiro e Tiago do Carmo Vaz. Esta “comédia dramática de enganos” inspira-se num texto de Corneille e passa-se ao longo do último dia do ano. Interpretações de Jaime Freitas, Ana Moreira, Margarida Vila-Nova, Joana de Verona e Nuno Casanovas. (Culturgest, sábado, 16h45)

“Mister Universo”

de Rainer Frimell e Tizza Covi

Tairo é um jovem domador de feras que trabalha num circo onde até as ditas já estão decadentes. Ainda por cima, perdeu o seu amuleto da sorte, e como é supersticioso, decide atravessar a Itália à procura de quem lho deu quando ele era pequeno: Mister Universo, um homem das forças. Portugal já viu, deste casal de realizadores, “A Pequenina”. (Culturgest, sábado, 21h00)

“Shot! The Psycho-Spiritual Mantra of Rock”

de Barnaby Clay

David Bowie, Syd Barrett, Blondie, Lou Reed, Sex Pistols, Daft Punk ou Iggy Pop são alguns dos músicos e grupos que o inglês Mick Rock, “o maior fotógrafo de rock vivo”, captou com a sua máquina ao longo de várias décadas. Este documentário apanha-o à espera de uma cirurgia ao coração e passa em revista a sua carreira. (Cineteatro Capitólio, sábado, 21.30)

“City of the Sun”

de Rati Oneli

Hoje semi-abandonada, a cidade mineira de Chiatura, na Geórgia, fornecia metade do manganês a nível mundial para pilhas e baterias. No sua primeira longa-metragem, o realizador Rati Oneli escolheu ir ver como vivem e ao que ainda aspiram os últimos habitantes desta cidade, caso de um professor de música que vende ferro-velho e um mineiro apaixonado por teatro. (Cinema Ideal, domingo, 18.00)

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