Logo Observador
Aston Martin

Aston Martin DB11 Volante com V12 de 600 cv

Cada vez mais perto da apresentação oficial, o futuro Aston Martin DB11 Volante continua o seu processo de desenvolvimento. Impulsionado, ao que tudo indica, por um V12 biturbo de 600 cv.

Autor
  • Francisco António

Depois de já ter sido submetido às agruras das baixas temperaturas que marcam o Inverno no norte da Europa, a futura variante descapotável do Aston Martin DB11, a qual exibirá a designação Volante, continua o seu desenvolvimento já sob temperaturas mais amenas, e com uma camuflagem cada vez mais escassa. Confirmando que, além da grande maioria dos elementos estilísticos, do coupé transita igualmente V12 5,2 litros biturbo, a debitar 600 cv de potência e 516 Nm de binário.

Relativamente à estética, a unidade agora apanhada mostrava-se muito parecida à que havia já sido vista a testar no circuito alemão de Nürburgring, exibindo o branco como cor exterior, com um tecto em lona de cor cinza. A camuflagem foi mantida apenas na secção traseira, embora as fotos já reveladas não deixem muitas dúvidas quanto às opções estilísticas tomadas.

Quanto ao V12 5,2 litros biturbo já disponível no coupé, deverá permitir, no Volante, acelerar dos 0 aos 100 km/h em cerca de 4,0 segundos, resultado também do aumento de peso, fruto da inclusão do sistema de accionamento automático da capota. Já a velocidade máxima, deverá fixar-se nos 322 km/h.

Quem não pretenda um motor tão exuberante poderá vir a optar por um mais contido V8, à partida de 4,0 litros, requisitado à Mercedes-AMG, e que estará disponível tanto no coupé como no cabriolet.

Recomendador: descubra o seu carro ideal

Não percebe nada de carros, ou quer alargar os horizontes? Com uma mão-cheia de perguntas simples, ajudamo-lo a encontrar o seu carro novo ideal.

Recomendador: descubra o seu carro idealExperimentar agora
Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: observador@observador.pt
PSD

O erro dos críticos de Passos Coelho

Rui Ramos

À oligarquia, basta um governo que faça contas para Bruxelas ver. Ora, isso Costa já provou que é possível com o PCP e o BE. Não precisa do PSD. Nem o de Passos Coelho, nem o de quem quer que seja.