Música

Festival Zona Não Vigiada regressa no sábado à zona J de Chelas em Lisboa

O evento regressa, no sábado, à zona J de Chelas, em Lisboa, dois anos depois da primeira edição, com a atuação de, entre outros, B Fachada, Equiknoxx Music e Tomasa del Real.

B Fachada é um dos nomes em cartaz

Jose Caldeira

Autor
  • Agência Lusa
Mais sobre

O festival Zona Não Vigiada regressa, no sábado, à zona J de Chelas, em Lisboa, dois anos depois da primeira edição, com a atuação de, entre outros, B Fachada, Equiknoxx Music e Tomasa del Real.

Há dois anos, o festival, produzido pela Filho Único e pela Casa Conveniente, conseguiu “edificar um dia inspirador e feliz de celebração do espírito humano”.

“A espontaneidade e a liberdade reinaram sobre a tensão e atitudes pré-concebidas. As pessoas e a música, na sua energia e vibração positiva, foram o assunto e substrato do evento”, refere a organização no texto de apresentação da iniciativa.

A partir das 16h00 de sábado, atuam B Fachada, “o compositor e intérprete mais importante, mais generoso e mais exigente que se afirmou na última década” em Portugal, o coletivo Equiknoxx Music, “surgido nos últimos anos apostado em revitalizar a tradição da música Dancehall a partir da terra que a viu nascer e expandir-se pelo mundo fora”, e a dupla de produtores God Colony e Funmi Flohio, “que tem estado a trabalhar na realização de uma música urbana inquisitiva da sua própria natureza e direção, enraizada na sua deslocação, descentrada na sua vida online contaminada”.

Do cartaz do Zona Não Vigiada fazem ainda parte Tomasa del Real, “carismática chilena a codirigir uma revolução geracional e identitária na cultura juvenil alternativa da América Latina e diáspora associada”, e o DJ Nigga Fox, “cujos EP ‘O Meu Estilo’ e ‘Noite e Dia’ vieram partilhar uma perspetiva revitalizada da música eletrónica de dança por uma progressista assinatura autoral, aquilo que faz com que a sua produção, a uma escala global, seja única e reconhecível”.

O programa do festival inclui ainda uma atuação “resultante de uma Residência Artística desenvolvida na Zona J na semana antecedente”.

O festival Zona Não Vigiada, de entrada gratuita e que decorre dentro da programação do Lisboa na Rua, é apoiado pela Direção-Geral das Artes (DGArtes), com 40 mil euros, no âmbito do programa de apoios pontuais para 2017 no domínio da programação.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: observador@observador.pt

Só mais um passo

Ligue-se agora via

Facebook Google

Não publicamos nada no seu perfil sem a sua autorização. Ao registar-se está a aceitar os Termos e Condições e a Política de Privacidade.

E tenha acesso a

  • Comentários - Dê a sua opinião e participe nos debates
  • Alertas - Siga os tópicos, autores e programas que quer acompanhar
  • Guardados - Guarde os artigos para ler mais tarde, sincronizado com a app
  • Histórico - Lista cronológica dos artigos que leu unificada entre app e site