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Gisela João apelou à “alma dos portugueses” no concerto que deu esta sexta-feira em Sines, mas o festival recebe músicas de todo o mundo. O presidente da Câmara Municipal de Sines apresentou o evento como “um festival de referência”. Em declarações à agência Lusa, Nuno Mascarenhas refere que o Festival Músicas do Mundo (FMM) é “um festival cimentado e enraizado”. Na 16ª edição, que começou a 18 de julho e terminou este sábado, Sines e Porto Covo receberam músicos de França, Índia, Turquia, Polónia, Argentina, Etiópia, Burkina Faso, entre outros.

O orçamento, que antes rondava um milhão de euros, foi reduzido em 20%, revelou o mesmo responsável à agência, mas “a crise não fez grande diferença”, rematou. “Apesar do corte, conseguimos ter o maior elenco de sempre. Isso quer dizer que se consegue fazer um festival tão bom ou ainda melhor, reduzindo nos custos”, acrescentou. Nuno Mascarenhas garante que os serviços sociais da autarquia ajudaram e revela que os funcionários são “o grande motor” do FMM, reconhecendo que, sem eles, “dificilmente o festival teria o êxito que tem”.

Os nove dias do festival que se dividiu entre Porto Covo e Sines contaram também com a presença de jornalistas internacionais. Segundo a Lusa, dois jornalistas britânicos do estrearam-se em 2014 na cobertura do evento, que classificaram de “muito profissional”, com uma “programação fantástica”, que lhes deu a conhecer “novas músicas”.

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