O júri internacional da Volvo Ocean Race sancionou os veleiros Dongfeng, que era vice-líder da prova, e Mapfre com um ponto de penalização e o SCA feminino com dois, por infrações na sétima etapa, que terminou em Lisboa.

O júri, formado pela Federação de Vela Internacional (ISAF), penalizou as três equipas por terem navegado fora das áreas do sistema de separação do tráfego, durante a disputa da sétima etapa da Volta ao Mundo, entre Newport, nos Estados Unidos, e Lisboa, em Portugal.

Dongfeng, MAPFRE e SCA foram todas sancionadas com a perda de um ponto, depois de terem admitido o erro de navegação. A equipa feminina recebeu ainda uma sanção extra de um ponto por terem navegado para uma zona de exclusão.

A sanção implica mudanças na tabela classificativa, com o veleiro Dongfeng a cair do segundo para o terceiro posto, uma vez que, apesar de ter os mesmos 22 perdidos que o Team Brunel, perde nos critérios de desempate.

Também o Mapfre desceu ao quinto posto, somando 27 pontos perdidos, os mesmos que o Alvimedica, que subiu ao quarto lugar. O SCA é o sexto classificado, com 43 pontos perdidos.

“Perder um ponto na atual fase é mau. Foram muitas horas de sacrifício, trabalho, esforço e riscos. Acreditamos que poderia haver outras sanções, como tempo em vez de pontos, para compensar o erro, não alterando a classificação geral”, defendeu o comandante do Mapfre, Xabi Fernandez.

As três equipas reconheceram terem cometido as infrações, mas todos disseram que houve uma “confusão” sobre o sistema de separação do tráfego (TSS).

A oitava etapa arranca no domingo, com os barcos, liderados pelo Abu Dhabi, a deixarem Lisboa com destino à cidade francesa de Lorient para um percurso de 647 milhas náuticas.