818kWh poupados com a
i

A opção Dark Mode permite-lhe poupar até 30% de bateria.

Reduza a sua pegada ecológica.
Saiba mais

Como uma tempestade fez um fotógrafo descobrir uma tribo amazónica

Este artigo tem mais de 5 anos

Foi numa viagem de helicóptero, desviada por uma tempestade, que o fotógrafo Ricardo Stuckert descobriu por acaso uma nova tribo de índios em plena Amazónia. E, claro, não deixou a máquina na mochila.

Fotografia: Ricardo Stuckert
i

Fotografia: Ricardo Stuckert

Ricardo Stuckert

Fotografia: Ricardo Stuckert

Ricardo Stuckert

Chama-se Ricardo Stuckert é brasileiro e leva a vida a fotografar por paixão e profissão. No entanto, e apesar de fotografar ser o seu emprego, foi por acaso que descobriu algo para captar que está a fascinar os amantes de fotografia e da cultura indígena.

Tudo aconteceu quando Stuckert sobrevoava, de helicóptero, a floresta da Amazónia, na zona do Acre, o noroeste brasileiro. Deslocava-se, curiosamente, para fotografar um outra tribo de índios, mas na aldeia de Caxinauá, só que uma tempestade fez com que a viagem fosse desviada. Pelo caminho e no alto do helicóptero avistou uma tribo de índios e, claro puxou da máquina e apontou a objetiva para poder captar o momento.

Algo do género é considerado normal pois existem cerca de 80 comunidades indígenas a habitar floresta da Amazónia. A descoberta, no entanto, é considerada diferente porque a tribo em causa, conhecida por “Índios do Maitá”, é das mais isoladas e pouco ou nada se sabe da história desta tribo.

_93072595_01

Uma das imagens captadas pelo fotógrafo que mostra a imensidão da floresta. Fotografia: Ricardo Stuckert

05-uncontacted-tribe-amazon.ngsversion.1482345013821.adapt.945.1

Stuckert captou os “Índios do Maitá” no seu estado intocado. Fotografia: Ricardo Stuckert

“Peguei na câmara e comecei a fotografar”. “Nem tive tempo para pensar no que estava a acontecer”, contou ao jornal britânico The Guardian. O fotógrafo brasileiro afirmou ainda que as pinturas corporais dos índios foi o que mais lhe chamou à atenção. Teve a ideia de que as usam como uma camuflagem, mas não só. Segundo Stuckert, “quando temos frio, vestimos mais roupa, mas eles colocam tinta sobre o corpo para se protegerem”.

PUB • CONTINUE A LER A SEGUIR

Tenho de fotografar isto, tem de ser preservado”, afirmou o fotógrafo quando se apercebeu da existência da tribo.

Na sua página de Instagram Ricardo Stuckert publicou uma das fotografias que tirou. Num pequeno texto que acompanha a imagem, Stuckert escreve sobre como é “incrível” o mundo, apesar da sua evolução, ainda ter povos em estado tão natural.

 
Assine o Observador a partir de 0,18€/ dia

Não é só para chegar ao fim deste artigo:

  • Leitura sem limites, em qualquer dispositivo
  • Menos publicidade
  • Desconto na Academia Observador
  • Desconto na revista best-of
  • Newsletter exclusiva
  • Conversas com jornalistas exclusivas
  • Oferta de artigos
  • Participação nos comentários

Apoie agora o jornalismo independente

Ver planos

Oferta limitada

Apoio ao cliente | Já é assinante? Faça logout e inicie sessão na conta com a qual tem uma assinatura

Ofereça este artigo a um amigo

Enquanto assinante, tem para partilhar este mês.

A enviar artigo...

Artigo oferecido com sucesso

Ainda tem para partilhar este mês.

O seu amigo vai receber, nos próximos minutos, um e-mail com uma ligação para ler este artigo gratuitamente.

Ofereça artigos por mês ao ser assinante do Observador

Partilhe os seus artigos preferidos com os seus amigos.
Quem recebe só precisa de iniciar a sessão na conta Observador e poderá ler o artigo, mesmo que não seja assinante.

Este artigo foi-lhe oferecido pelo nosso assinante . Assine o Observador hoje, e tenha acesso ilimitado a todo o nosso conteúdo. Veja aqui as suas opções.

Atingiu o limite de artigos que pode oferecer

Já ofereceu artigos este mês.
A partir de 1 de poderá oferecer mais artigos aos seus amigos.

Aconteceu um erro

Por favor tente mais tarde.

Atenção

Para ler este artigo grátis, registe-se gratuitamente no Observador com o mesmo email com o qual recebeu esta oferta.

Caso já tenha uma conta, faça login aqui.

Vivemos tempos interessantes e importantes

Se 1% dos nossos leitores assinasse o Observador, conseguiríamos aumentar ainda mais o nosso investimento no escrutínio dos poderes públicos e na capacidade de explicarmos todas as crises – as nacionais e as internacionais. Hoje como nunca é essencial apoiar o jornalismo independente para estar bem informado. Torne-se assinante a partir de 0,18€/ dia.

Ver planos