Ao quarto ano consecutivo sem títulos — a maior “seca” desde que Pinto da Costa chegou à presidência do FC Porto, a 17 de agosto de 1982 –, a contestação é cada vez maior e chegou, desta feita, às paredes do condomínio onde o Pinto da Costa vive, em Santo Tirso.

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Durante a noite, as paredes foram vandalizadas, sendo nelas escrito, a spray, frases de ordem em que, entre críticas ao rumo (não só quanto à falta de resultados, mas também às finanças do clube) portista, se exige a demissão do presidente do clube. “Chegou a hora de sair, pede a demissão” ou “ninguém calará a nossa expressão” são duas das inscrições no muro exterior do condomínio, surgindo igualmente neles uma interrogação: “Presidente, no dia em que abandonar o poder quem voltar os seus bolsos do avesso só encontrará pó? Acorda”.

Os autores não foram identificados de polícia e, entretanto, durante a tarde as paredes voltariam a ser pintadas de branco.