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Os cientistas avisam: a sexta grande extinção em massa está aí

Este artigo tem mais de 4 anos

Três cientistas divulgaram um estudo que reabre a discussão sobre as espécies em extinção (e de que maneira). De acordo com os investigadores, estamos perante uma "aniquilação biológica".

O macaco de Gibraltar está em perigo de extinção. É o único primata, além do homem, a viver livremente na Europa
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O macaco de Gibraltar está em perigo de extinção. É o único primata, além do homem, a viver livremente na Europa

FADEL SENNA/AFP/Getty Images

O macaco de Gibraltar está em perigo de extinção. É o único primata, além do homem, a viver livremente na Europa

FADEL SENNA/AFP/Getty Images

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A Terra já passou por cinco grandes extinções em massa e a sexta acontecerá mais cedo do que se espera, garantem os cientistas por detrás de um estudo publicado pela Academia Nacional de Ciência dos Estados Unidos. Os autores falam de uma “aniquilação biológica” sem precedentes e com consequências mais severas do que as que eram previstas. Os cientistas analisaram tanto espécies raras como comuns e descobriram que milhares de milhões de populações locais e regionais desapareceram. Culpam a crise no crescimento descontrolado da população humana e o consumo excessivo dos recursos do planeta e deixam o aviso: temos pouco tempo para inverter esta situação. Já no passado tinham sido apresentados estudos que tentavam mostrar que as espécies se estão a extinguir a um ritmo mais acelerado do que no passado, mas ainda assim as extinções de espécies são relativamente raras, dando a impressão (a um público desinteressado) de que o declínio da biodiversidade é uma coisa gradual. Contudo, este novo estudo tem uma abordagem diferente e não se foca só nas espécies raras ou em perigo de extinção, mas sim em espécies comuns que estão a perder parcial ou totalmente o seu habitat natural. A conclusão? Um terço das espécies que está a perder o seu habitat não é considerada como “ameaçada”. Também concluíram que 50% de todos os animais (a título individual) desapareceram nos últimos 40 anos. O ritmo a que estas extinções ocorrem acompanham a tendência de crescimento da população humana.

Os registos que existem permitem saber que 80% dos mamíferos terrestres perderam o seu habitat histórico no último século. Os cientistas descobriram milhares de milhões de populações de mamíferos, aves, répteis e anfíbios que desapareceram por todo o planeta. Isto é o suficiente para afirmar que a sexta extinção em massa já está a decorrer.

A aniquilação biológica resultante [do ser humano]obviamente vai ter consequências sérias a nível ecológico, económico e social. A espécie humana vai pagar o preço por dizimar a única vida que se conhece no Universo”, conclui o estudo.

Quando se fala em culpas, os dedos apontam em uníssono para o ser humano: destruição de habitat, caça, poluição, integração de espécies alheias e aquecimento global. Mas a pior será “o crescimento desnaturado e descontrolado da população humana, o consumo excessivo”, garante Paul Ehrlich, um dos co-autores do estudo e autor do livro “A Bomba Populacional”.

Ehrlich admite falhas no “A Bomba Populacional” mas garante que teve sucesso no seu foco – alertar as pessoas para as consequências ecológicas do crescimento populacional: “Mostra-me um cientista que diga que não há problema populacional e eu mostro-te um idiota”.
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