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A foto que testemunha o inferno em Vieira de Leiria

Este artigo tem mais de 5 anos

Colunas de fumo por cima da cidade e o fogo a consumir o Pinhal de Leiria. Uma fotografia tirada a partir da torre dos Bombeiros Voluntários mostra o cenário dantesco desta tarde em Vieira de Leiria.

A fotografia é tão impressionante que há quem julgue nas redes sociais que é uma imagem manipulada. Mas não: esta era a vista para Vieira de Leiria no final da tarde deste domingo, quando centenas de fogos consumiam floresta de norte a sul do país naquele que foi considerado “o pior dia do ano em matéria de incêndios” pela Proteção Civil. A fotografia, captada por Hélio Medeiros, um membro das Forças Especiais de Bombeiros, foi tirada a partir da torre dos Bombeiros Voluntários da Vieira de Leiria e partilhada na página dessa corporação.

Este incêndio, que deflagrou na Burinhosa por volta das 14h30, cercou a Praia da Vieira e obrigou a evacuar a região para a Praia do Pedrogão, para onde o fogo se encaminha agora. A Base Aérea de Monte Real também abriu portas para que a população em risco se possa refugiar. De acordo com o Jornal de Leiria, o parque de campismo da Vieira foi consumido pelas chamas e ainda se ouvem explosões provocadas por bilhas de gás no local. Há máquinas de arrasto junto à Praia da Vieira que tentam criar barreiras que impeçam o incêndio de consumir o Pinhal de Leiria, mas ainda sem sucesso.

Entretanto, as estradas de São Pedro de Moel, Marinha Grande-Tremelgo-Ponte Nova e as Estradas das Matas Nacionais foram cortadas. As autoridades estão a pedir às pessoas que não se aproximem na região afetada pelos incêndios porque eles continuam descontrolados. No entanto, as corporações estão a pedir que a população leve água, barras energéticas e sandes para os quartéis da área de residência para ajudar os bombeiros no palco de atuação.

A página das Alterações Climáticas das Nações Unidas também partilhou a fotografia — e que entretanto se tornou viral. “O céu negro devido ao fumo dos incêndios em Vieira de Leiria, Portugal, hoje, atingido por um calor fora de época”, lê-se na publicação.

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