A startup portuguesa Probe.ly, que desenvolve uma ferramenta de segurança informática, recebeu numa ronda inicial de investimento de 550 mil euros da Bright Pixel, da Caixa Capital, Busy Angels, da Novabase e da Shilling Capital. Os fundos têm como objetivo ajudar  a startup a expandir a base de clientes e a desenvolver uma nova versão da ferramenta de cibersegurança.

Atualmente, a startup fundada em 2017 na incubadora Bright Pixel já está presente em nove países e tem cerca de 20 clientes, avança a empresa em comunicado. “Durante este primeiro ano estivemos a desenvolver e a validar o nosso produto junto do mercado e, agora, pretendemos investir mais no desenvolvimento do negócio”, conta Nuno Loureiro, fundador e presidente executivo da Probe.ly.

O objetivo até “meados de 2019” vai ser “duplicar a equipa”, afirma a empresa que, atualmente, conta com seis membros. Contudo, para já, a startup está a recrutar para uma vaga de Growth Hacker (especialista em célere crescimento orgânico de uma empresa, sem recurso de relevo para investimento publicitário).

Para os investidores desta ronda de investimento, este foi como um “reconhecimento da grande qualidade da equipa e do produto que desenvolveram”, como explica Ana Paula Reis, administradora da Busy Angels.

A Probe.ly tem clientes nas áreas de media, insurtech (tecnologia em seguradoras) e e-commerce (comércio eletrónico). Entre os principais está a RTP, a BBC e a Introhive. A Comissão Europeia, através do SME Instrument, financiou parte deste projeto, numa iniciativa que pretende impulsionar o crescimento rápido de empresas inovadoras na União Europeia.

*Artigo corrigido a 4 de dezembro, às 13h. A Bright Pixel e a Caixa Capital, além de serem investidores iniciais, também participaram nesta ronda de investimento