Família Real Britânica

Príncipe Harry e Meghan Markle alvo de ameaças por grupo neonazi

A versão britânica de um violento grupo neonazi partilhou imagens onde apelam que o príncipe Harry seja atacado por ter casado com a norte-americana Meghan Markle. A investigação é da BBC.

Meghan Markle e Harry casaram a 19 de maio deste ano

TOLGA AKMEN/AFP/Getty Images

Um grupo neonazi é responsável por uma propaganda online onde é sugerido que o príncipe Harry é um “traidor da raça” por ter casaco com Meghan Markle e, por isso, deve ser abatido.

Um estudante universitário de Bath e um adolescente londrino estão alegadamente entre os membros de uma versão britânica do violento grupo neonazi norte-americano Atomwaffen Division (a palavra alemã “atomwaffen” significa “arma atómica”), que encoraja o terrorismo e idolatra Adolf Hitler e Charles Manson, avança uma investigação da BBC.

O líder do grupo norte-americano, Brandon Russell, foi condenado em 2018 a cinco anos de prisão, depois de terem sido descobertos materiais para fabricação de bombas no seu apartamento no estado da Flórida. Estima-se que a versão britânica do grupo não tenha mais do que 10 a 15 membros no Reino Unido e em alguns países europeus.

A BBC teve acesso a mensagens privadas trocadas entre membros do grupo britânico conhecido como Sonnenkrieg Division. As provas sugerem que o líder é Andre Dymock, de 21 anos, apesar de o próprio negar. Oskar Koczorowski, o adolescente de apenas 17 anos que também é associado ao grupo, não prestou quaisquer declarações à BBC.

O grupo tem partilhado imagens violentas nas redes sociais. Uma delas sugere que Harry tem de ser abatido pelo casamento “inter-racial” que protagonizou no passado dia 19 de maio, aquando do matrimónio com a ex-atriz norte-americana Meghan Markle. A imagem mostra uma arma a ser apontada à cabeça do príncipe e na legenda é possível ler: “Vemo-nos mais tarde traidor da raça”. As mensage

A BBC compromete-se a entregar o que descobriu às autoridades competentes, sendo que o grupo também aparece envolvido em casos de abuso sexual a jovens e incita à violência sobre mulheres. Noutros cartazes, o grupo defende que todas as mulheres-polícia deviam ser violadas.

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