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Cabo Verde

Cabo Verde confiante na saída este ano da “lista cinzenta” das Finanças da UE

A diretora nacional de Receitas do Estado de Cabo Verde mostrou-se confiante na saída do país, em 2019, da "lista cinzenta" de jurisdições fiscais, elaborada pela União Europeia.

ANTÓNIO COTRIM/LUSA

Autor
  • Agência Lusa

A diretora nacional de Receitas do Estado de Cabo Verde mostrou-se confiante na saída do país, em 2019, da “lista cinzenta” de jurisdições fiscais, elaborada pela União Europeia, considerando que as condições necessárias serão alcançadas até final deste ano.

Em declarações à agência Lusa, Lisa Vaz reagia ao facto de Cabo Verde permanecer na “lista cinzenta” atualizada de jurisdições fiscais não cooperantes, anunciada terça-feira pelos ministros das Finanças da União Europeia (UE).

Nesta “lista cinzenta” encontram-se 34 países que a UE vai continuar a monitorizar com particular atenção, entre os quais Cabo Verde.

Para Lisa Vaz, esta classificação tem um “aspeto positivo”, que é o de Cabo Verde não ter ido parar à “lista negra”, o que seria “péssimo”, defendendo que isso colocaria em causa “a credibilidade do país”.

Estar na lista negra significa que “um país que não é transparente, que não comunica, com efeitos nocivos ao nível da imagem, atração de investimento externo, processo de internacionalização. É péssimo, significa um retrocesso ao nível dos investimentos e uma mancha no currículo de Cabo Verde”, adiantou.

Lisa Vaz acredita que o país vai cumprir “o plano de ação acordado com a UE e que envolve um conjunto de ações a serem desenvolvidas até 2019”.

“Já desenvolvemos um conjunto de ações, como a eliminação e revisão de regimes considerados prejudiciais à luz do código de conduta e foram assumidos em série de orçamento do Estado, aderimos ao Fórum Global e ao quadro inclusivo”, enumerou.

Falta, acrescentou a responsável, “o processo de adesão à convenção multilateral que vamos iniciar os primeiros passos administrativos”, disse, acrescentando que este “vai permitir a troca efetiva de informações numa escala maior”.

“Temos todas as condições para, até ao final do ano, termos o processo de adesão concluído, creio que estamos no bom caminho”, concluiu.

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