ADSE

O que convenceu a CUF a “voltar” para a ADSE

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Segundo o Negócios, a ADSE deu uma garantia importante aos privados e está a negociar com os privados um mecanismo intermédio que, enquanto não houver nova tabela, permitirá balizar os preços.

DIOGO VENTURA/OBSERVADOR

A José de Mello Saúde, dona dos hospitais da rede CUF, aceitaram interromper a suspensão do acordo com a ADSE. A notícia saiu na quarta-feira, mas não veio acompanhada de uma explicação sobre porque é que a decisão foi tomada. O Negócios teve acesso ao comunicado interno e noticia, esta quinta-feira, que a aproximação aconteceu, em parte, porque a ADSE deu aos privados a garantia de que as regularizações de faturações feitas no passado — talvez o principal ponto de discórdia — vão acabar em 2019.

Além disso, a decisão poderá explicar-se pelo facto de, segundo o mesmo jornal, as duas partes estarem a negociar uma espécie de mecanismo intermédio que poderá balizar os preços dentro de bandas mais previsíveis, enquanto não se fecham as negociações sobre a nova tabela de preços.

Segundo o Negócios, para a José de Mello Saúde, estas duas cedências mostram o “empenho” da direção da ADSE e, também, do Governo, que tem “colaborado ativamente na construção dos critérios que permitam funcionar num regime de equilíbrio e previsibilidade até à introdução de uma nova tabela”. No mesmo comunicado interno, lê-se que a ADSE irá apresentar, ainda durante este mês de março, uma proposta de nova tabela para entrar em vigor até ao final de junho.

Com esta aproximação, os utentes da ADSE podem fazer marcações para datas posteriores a 12 de abril (a data de referência que tinha sido definida) ao abrigo da convenção.

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