Conselho de Ministros

Governo aprova nova direção da Fundação para a Ciência e Tecnologia

O Conselho Diretivo da Fundação passa a ser liderado por Helena Pereira, como presidente, José Paulo Esperança, como vice, e Nuno Rodrigues e Maria Pereira de Moura, como vogais.

Helena Pereira substitui a partir de agora Paulo Ferrão, que terminou o mandato em fevereiro

ZHOU CHAO/EPA

O Governo aprovou esta quinta-feira o novo Conselho Diretivo da Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT), que passa a ser liderada pela atual vice-presidente, Helena Pereira, em substituição de Paulo Ferrão, que terminou o mandato em fevereiro.

A composição do novo conselho diretivo da FCT foi aprovada em reunião de Conselho de Ministros e integra também José Paulo Esperança, como vice-presidente, e Nuno Rodrigues e Maria Emília Pereira de Moura, como vogais, indica um comunicado do Ministério da Ciência, tecnologia e Ensino Superior.

Maria Emília Pereira de Moura era chefe de gabinete do ministro da Ciência desde novembro de 2016, tendo exercido anteriormente um cargo diretivo num departamento da FCT, de acordo com uma nota curricular facultada pelo Ministério da Ciência.

Tendo a anterior Direção da FCT chegado ao término do seu mandato, o Ministro Manuel Heitor congratula a Direção, agora cessante, e liderada por Paulo Ferrão, pelo trabalho desenvolvido e esforço de missão publica, que contribuiu para reafirmar a FCT enquanto organismo central no sistema científico e tecnológico nacional”, refere o comunicado.

Na dependência do Governo, a FCT é a principal entidade que financia a investigação científica em Portugal.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: observador@observador.pt
Política

A direita em crise?

Luiz Cabral de Moncada

A perda de terreno eleitoral pela direita só significa que a esquerda assimilou o que aquela de melhor tem, o liberalismo económico e social. Está em crise? Não, já ganhou no terreno das ideias.

Política

Eleições à vista

José Couceiro da Costa

Hoje, com a velocidade da informação, o que releva são as causas, tão voláteis como as opiniões da sociedade civil. O modus operandi da política do séc. XX está morto. A ordem natural está invertida.

Jovens

É desta que fazemos valer a nossa geração?

Teresa Cunha Pinto

Esta geração vive com a barriga cheia de uma grande ilusão. De que é a geração mais informada, mais qualificada, mais viajada. É pura ilusão porque em nada se concretiza e materializa. 

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

Confirme a sua conta

Para completar o seu registo, confirme a sua conta clicando no link do email que acabámos de lhe enviar. (Pode fechar esta janela.)